Exonerar comissionados em vez de demitir concursados teria encaixado Jucurutu na LRF, diz FEMURN

Despreparo, falta de competência e planejamento cada vez mais marca a gestão municipal de Jucurutu. Mais uma prova disso foi a demissão injusta de seis funcionários efetivos da Prefeitura Municipal, no último dia 29 de junho. Em meio aos demitidos, estiveram: quatro auxiliares de serviços gerais (ASG), um gari e um contador.

A alegação do executivo municipal para justificar o ato extremo que demitiu Joyce Élida Dantas dos Santos (ASG), Fábia Miranda Silva de Araújo (ASG), Joallyson Morais Dantas (gari), Pedro Plácido de Araújo Filho (ASG), Ana Paula da Silva Albano (ASG) e Antônio Francisco do Nascimento de Oliveira Júnior (contador), foi o cumprimento do Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) firmado junto ao Ministério Público Estadual (MPE).

Até aí tudo bem...senão fosse dois pequenos detalhes: primeiro, quando os funcionários foram admitidos pelo município, ainda em 2017, Jucurutu já se encontrava com suas despesas superiores ao limite prudencial imposto pela Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF); segundo, o prefeito Valdir Medeiros poderia ter resolvido o impasse exonerando alguns dos inúmeros cargos comissionados ocupados na Prefeitura.

Por que demitir concursados em vez de comissionados? Essa é a pergunta de muitos jucurutuenses! As portarias de demissão emitidas pela Secretaria Municipal de Gabinete Civil e assinadas pelo prefeito Valdir Medeiros podem ser conferidas em http://www.diariomunicipal.com.br/femurn/.

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