Daniel Américo: é possível aplicar valores liberais na administração de um município como Parnamirim

Faltando agora pouco mais de um ano para as eleições de 2020, não podemos afirmar ainda com certeza se estaremos na disputa de Prefeito ano que vem… Tomara que sim!

Tal empreitada é complexa e cheia de turbulências. Não posso negar que ter seu nome cogitado para disputar a prefeitura da cidade que você nasceu é uma honra, mas a calma e a paciência neste momento serão fundamentais. Resolvi escrever esse texto porque muitos amigos e incentivadores nos perguntam diariamente sobre isso.

Temos um calendário eleitoral para ser respeitado e questões partidárias para serem resolvidas. Esperamos mais na frente termos um leque de partidos liberais de direita ao nosso lado. Não fecharemos as portas para os partidos que não sejam declaradamente liberais de direita, mas que, eventualmente, venham a se identificar com nossas ideias para Parnamirim!

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Eleitores querem candidatos com maior poder de habilidades em gerenciamento de recursos

Não adianta, somente, dizer que vai fazer, que quer fazer, que tem pretensões em fazer a coisa funcionar, tem que mostrar capacidade e poder de gerenciamento, em tempos de crise ou em tempos de absoluta vantagem econômica.

Os eleitores vão exigir candidatos com posturas habilidosas, e quanto mais conhecedor dos problemas que vai enfrentar, melhor, a capacidade de gerenciamento de cada candidato está atentamente sendo observada pelo eleitor.

É fato que alguns candidatos na região do Seridó estão vendendo a alma, iludindo o povo com promessas bem peculiares, como àquelas que já conhecemos, sempre em troca de favores, o que sepulta qualquer mudança no plano gerencial.Mais >

S E C A


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CRÔNICA DE DOMINGO 

Espio para este céu azulzinho e me avexo. Parece uma muié, tão bonito e ameaçador. A plantação desde há muito tempo que não dá nada, desde a era em que Jesus levou Cecinha para junto dele.
Ainda me arrecordo dela, tão magrinha, tossindo, tossindo, tossindo. Seus óios crescendo todos os dias como se fossem ficar do tamanho da lua.Mais >

A APOSTA

Por Inácio A. Almeida; jornalista/escritor e membro da Academia Ipuiense de Letras

De há muito o Mário de Almeida conhecia aquela dupla. Luís e Vicente eram o que se poderia chamar de dois tarados por apostas. De cuspe em distância, passando por placa de carro, até queda de avião, aqueles dois apostavam.

Porém, se o Mário pensava que sabia todo tipo de aposta, estava muito enganado.

– O que escolher primeiro escolhe apenas um. O outro escolhe dois.

-Eu escolho primeiro, gritou Luís.

E gritou de uma maneira tão agitada que chamou a atenção de todos os que estavam no bar do Jair Sampaio. Até mesmo Macaxeira esticou o pescoço para ver que grito era aquele. E foi pelo grito do Luís que o Mário teve a sua atenção despertada.Mais >