Após morte de MC Atrevida, especialistas alertam sobre cuidados com procedimento estético e preços ‘em conta’


A morte precoce da funkeira Fernanda Rodrigues, conhecida como MC Atrevida, de 43 anos, voltou a ligar o alerta para os cuidados ao realizar um procedimento estético. Moradora da comunidade do Dendê, na Ilha do Governador, a carioca fez uma lipoescultura, também chamada de hidrolipo, para retirar gordura das costas e injetar nos glúteos, no dia 16 de julho, em uma clínica em Vila Isabel, na Zona Norte do Rio.

Após dez dias, ela foi internada no Hospital Evandro Freire, na Ilha, mas não resistiu e morreu na segunda-feira, dia 27. Especialistas ouvidos pelo EXTRA alertam sobre a necessidade de avaliar o local e as credenciais do médico que irá fazer a cirurgia, junto a entidades do setor, como Conselho Regional de Medicina e a Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP).

Mais >