Nova onda de Covid: famosos brasileiros e estrangeiros são infectados; veja lista
O crescimento de contaminações por Covid-19 no mundo atinge personalidades brasileiras e internacionais. Do Natal pra cá, dezenas de artistas e famosos usaram as redes sociais para relatar que se infectaram com a nova variante do coronavírus. Nomes como os atores Hugh Jackman, Whoopi Goldberg, Lupita Nyong’o, Seth Meyers e Jimmy Fallon, além de brasileiros como Caetano Veloso, Duda Beat, Gusttavo Lima, Jojo Todynho, Gil do Vigor, Bárbara Borges, Glória Groove, Teresa Cristina e Luis Lobianco, testaram positivo para a doença. Gil e Bárbara estão em isolamento nos Estados Unidos.
Gil do Vigor, já de volta aos Estados Unidos, testou positivo para Covid-19. Ele começou a passar mal na noite de quarta-feira, e chegou a ir até um hospital. Nesta quinta, ele comunicou o resultado do exame em sua rede social: “Oi, minha gente!!! Testei positivo para a COVID-19, mas estou bem e com sintomas leves. Sigo em isolamento e logo logo vou estar 100%. Se cuidem, usem máscara e SE VACINEM! Vacinas salvam e ajudam a reduzir os efeitos do vírus no corpo!! Amo vcs”. Jojo Todynho também soube que está com a doença e, por causa do diagnóstico, teve que cancelar sua participação em uma live.
“Nunca passou na minha mente que eu teria positivado. Ontem estive no médico, eu estava com muita dor de cabeça. (…) Hoje que consegui ligar a luz. Achei que era enxaqueca atacada. Positivei, mas estou me cuidando direitinho e estou com acompanhamento médico. Vai dar tudo certo. Deus está no controle”, disse em sua rede social.
Nos últimos sete dias, o número de pessoas diagnosticadas com Covid-19 no planeta quase dobrou em relação à semana anterior, impulsionado pela disseminação da variante Ômicron pelo planeta. Na América do Sul, onde os impactos da cepa começam a ser sentidos, os diagnósticos mais que dobraram. No Brasil, a média móvel de novos casos mais do que triplicou. As mortes, por sua vez, continuam em queda, mais um indício de que a pandemia adentra uma fase menos letal.
A Ômicron, mais contagiosa, foi responsável pela maioria dos 10,1 milhões de casos contabilizados entre 26 de dezembro e 2 de janeiro, contra 5,25 milhões na semana entre 19 e 25 de dezembro. O recorde semanal anterior de toda a pandemia, registrado no fim de abril do ano passado, era de 5,79 milhões, quase a metade do número atual.
O GLOBO
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