Umbandista denuncia intolerância religiosa e delegado manda ele “orar”
Um homem estava a caminho de um centro religioso de umbanda quando foi perseguido por três pessoas, que o chamaram de “macumbeiro” e falaram que ele estava com adereços do “demônio”. Quando ele foi denunciar o ocorrido, teria sofrido preconceito por parte do próprio delegado, que não registrou o boletim de ocorrência.
Essa denúncia foi feita pela Federação de Umbanda e Candomblé do Estado de Goiás (Fuceg) nesta semana. A sequência de intolerância religiosa ocorreu no último dia 2 de março, segundo nota de repúdio da entidade.
De acordo com a denúncia, o homem estava a caminho do Centro Espírita São Miguel Arcanjo, no Setor Leste Universitário, em Goiânia (GO), quando foi perseguido por três pessoas.
Os agressores chamaram a vítima de “macumbeiro”. Além disso, falaram que os colares religiosos que ele vestia (guias) eram “coisas do demônio”.
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