Médico é acusado de deformar rostos de pelo menos 30 pacientes

O Tribunal Superior de Ética Médica do Conselho Federal de Medicina (CFM) suspendeu, por 30 dias, o exercício profissional do médico Wesley Noryuki Murakami, acusado de deformar pacientes de Goiás e do DF. A punição vale a partir desta quinta-feira (5/5) e se estende até 3 de junho.

Em dezembro de 2018, Murakami foi preso em operação da Polícia Civil, deflagrada pela Coordenação de Repressão aos Crimes Contra o Consumidor, a Propriedade Imaterial e a Fraudes (Corf) e batizada de Dismorfia.

Em 17 de janeiro de 2019, a prisão do médico foi revogada. Entretanto o Conselho Regional de Medicina do Distrito Federal (CRM-DF) impediu Murakami de exercer a profissão. Na ação que o torna réu, foram ouvidos quatro pacientes e oito testemunhas.

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