“Se o RN não quiser Rogério Marinho, tem quem queira”: Senador Potiguar pode virar presidente do senado
Gostando-se ou não de Rogério Marinho, é impossível ignorar sua trajetória e o peso político que ele construiu ao longo dos anos. Autodidata, reconhecido pelo domínio técnico e pela capacidade de articulação, o senador potiguar é hoje um dos nomes mais respeitados do Congresso Nacional, tanto entre aliados quanto entre adversários.
Rogério Marinho consolidou-se como uma liderança de alcance nacional. Seu conhecimento sobre temas econômicos, administrativos e legislativos o colocou no centro das principais discussões do país nos últimos anos. No Senado Federal, sua atuação o credenciou a voos mais altos: ele é citado nos bastidores como nome forte e viável para disputar a presidência da Casa em 2027, com reais chances de vitória.
Além disso, Marinho vem sendo sondado e já atua diretamente na coordenação da pré-campanha presidencial de Flávio Bolsonaro, função reservada a políticos com grande trânsito, credibilidade interna e capacidade estratégica. Não por acaso, participa ativamente da articulação das chapas ao Senado nos 27 estados, dialogando com o PL e partidos do Centrão para a formação de uma bancada conservadora robusta.
Esse movimento reforça a leitura de que Rogério Marinho está hoje inserido no núcleo do poder político nacional. Seu nome é bem avaliado dentro e fora do Senado, e sua influência extrapola, há tempos, os limites do Rio Grande do Norte.
“Se no cenário estadual há setores que não o desejam como candidato ao Governo, o fato é que, no plano nacional, há quem queira — e dispute — sua liderança. Seja como senador, presidente do Senado ou estrategista de uma campanha presidencial, Rogério Marinho segue como um ator político relevante, respeitado e com protagonismo no tabuleiro político brasileiro”, disse um amigo do senador.
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