Regime castrista confirma morte de 32 militares cubanos durante operação de captura de Maduro
Presidente de Cuba, Miguel Díaz-Canel, em sua conta em X, comunicou que um grupo de cubanos se encontrava no Forte Tiuna, o maior complexo militar da Venezuela, protegendo Maduro e sua esposa, e decretou dois dias de luto, 5 e 6 de janeiro, em homenagem aos falecidos.
“Trinta e dois cubanos perderam a vida em ações de combate, enquanto realizavam missões em nome das Forças Armadas Revolucionárias e do Ministério do Interior, a pedido de órgãos congêneres no país sul-americano”, disse o regime cubano em um comunicado.
Sem fornecer detalhes específicos, o Ministro da Defesa do regime chavista, Vladimir Padrino, por quem os Estados Unidos oferecem uma recompensa de US$ 15 milhões, afirmou horas antes, na televisão estatal, que o ataque americano matou soldados, civis e “grande parte” da equipe de segurança de Maduro “a sangue frio”.
Na mesma matéria, o jornal venezuelano NTN24 destacou fala de Trump dizendo que a “Colômbia está dirigida por um “homem doente que gosta de fazer cocaína e vendê-la aos EUA.” Trump alertou que Petro “não fará isso por muito tempo” e disse que uma operação militar dos EUA contra a Colômbia “soa bem.”
1 Comentário
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Tykomo Navara
jan 1, 2026, 1:40 amNão acredito em informações proferida por ditador.