Policial civil e professora morta por aluno: Investigação aponta suposto motivo do crime

A professora de direito e escrivã da Polícia Civil Juliana Mattos de Lima Santiago, de 41 anos, teria sido m0rta porque não quis se relacionar com o aluno que cometeu o crime. A principal linha de investigação foi divulgada pela polícia durante coletiva de imprensa, realizada nesta segunda-feira (9/2).

A delegada Leisaloma Carvalho, responsável pelo caso, disse que o estudante João Cândido da Costa Junior, de 24 anos, não aceitou ser rejeitado pela professora e, por isso, a m4tou. O at4que ocorreu na noite de sexta-feira (6/2), dentro de uma sala de aula do Centro Universitário Aparício Carvalho (Fimca), instituição localizada em Porto Velho (RO).

“O que está apurado até agora é que a vítima estava sofrendo investidas do aluno, que queria ter um envolvimento além da relação professora e aluno. Ele teria tentado várias vezes ter um relacionamento íntimo com ela. A professora, então, alertou que isso não poderia ocorrer, uma vez que é contra os regimentos e normas da faculdade”, detalhou a delegada.

Ao ser preso, o autor do crime afirmou que manteve um relacionamento amoroso com a vítima por meses e que percebeu seu afastamento quando ela decidiu retomar a relação com o ex-namorado. A polícia, no entanto, descartou essa versão com base em mensagens trocadas entre os dois.

Em um dos registros encontrados pela polícia, o aluno João Cândido enviou uma mensagem à professora dizendo que ele havia “perdido para a concorrência”, após ela postar uma foto com o namorado.

Juliana foi atingida por f4cadas na região do tórax, com perfurações na altura dos se1os, além de um corte profundo no braço direito. A faca utilizada no at4que foi encontrada no local e recolhida pelos policiais.

Escreva sua opinião

O seu endereço de e-mail não será publicado.