Aliados de Zé Agripino veem tentativa de vitimização após rompimento de Kátia Pires e confusão em UPA
Após protagonizar o que os aliados classificam como uma traição política explícita contra o senador José Agripino, Kátia Pires tenta agora se apresentar como vítima na UPA, numa manobra vista nos bastidores como calculada e oportunista para fugir do desgaste que ela mesma provocou.
Após oficializar o rompimento definitivo com o Senador José Agripino, a vice prefeita Kátia Pires correu para UPA e fez questão de dar visibilidade ao episódio, numa clara tentativa de deslocar o debate do campo político para o emocional. Para pessoas próximas a José Agripino, trata-se de uma encenação conveniente, usada como cortina de fumaça para abafar a quebra de confiança que selou o rompimento com senador José Agripino Maia.
A avaliação entre lideranças é de que o gesto não convence. E a vice usou a UPA como palanque político. A suposta vitimização não apaga o fato central: Kátia teria virado as costas para o grupo que a projetou politicamente, apostando agora na narrativa do sofrimento pessoal para escapar da cobrança pública, ao anunciar apoio ao projeto de Álvaro Dias.
Enquanto evita esclarecer os motivos da traição, Kátia prefere o silêncio seletivo e a exposição emocional. Já no entorno de José Agripino, o recado é direto: crises de traição política não reescrevem a história nem apagam atos políticos. A tentativa de inverter os papéis, segundo aliados, apenas aprofunda o desgaste e reforça a percepção de oportunismo político de Kátia Pires. Repercute fortemente que após a prefeita Nilda e o vereador Eder Queiroz, o senador José Agripino Maia é a vítima da vez numa extensa lista política da vice-prefeita Kátia Pires.
Por Isaac Samir de Oliveira
DRT 2066/RN
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