Caso Pétala: suspeito concede entrevista e admite ter deixado criança em cova rasa; menina tinha 7 aninhos
A frieza do relato chama atenção desde o início: o suspeito admite que planejou a ação contra uma criança, ainda que alegue que sua intenção inicial seria apenas “dar um susto”. O caso, que chocou Natal, ganha novos contornos com o depoimento de José Alves, de 23 anos, apontado como principal suspeito pela morte da menina Pétala Iomar, de apenas 7 anos.
Segundo o interrogatório, o crime teria ocorrido após a criança ir até o local onde o suspeito estava. Ele afirma que a menina conversou com ele e, em seguida, entrou em sua casa, onde passou a usar seu celular. Na sequência, José relata que decidiu imobilizá-la utilizando um fio de carregador.
De acordo com o próprio depoimento, a vítima foi mantida sob controle dentro da residência e, posteriormente, levada para um beco próximo, onde ele cavou um buraco raso. O suspeito admite que colocou a criança no local ainda com sinais vitais, cobrindo parcialmente com terra e uma tábua para despistar possíveis testemunhas.
Ainda no relato, ele afirma que a intenção seria simular um desaparecimento e, posteriormente, deixar a menina em outro local para que fosse encontrada com vida. No entanto, diz que o plano “não saiu como esperado” e que, ao perceber que a criança havia morrido, desistiu de remover o corpo.
Questionado sobre a motivação, José Alves mencionou conflitos pessoais envolvendo a mãe da vítima. Segundo ele, uma conversa da menina sobre uma possível reaproximação entre os pais teria provocado uma reação impulsiva. Mesmo assim, reforçou que não teria planejado o homicídio, mas apenas causar sofrimento emocional.
A Polícia Civil segue investigando o caso, que gerou forte comoção na capital potiguar. O suspeito permanece à disposição da Justiça, enquanto autoridades buscam esclarecer todos os detalhes e circunstâncias do crime.
1 Comentário
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De olho na política
abr 4, 2026, 9:15 pmNum vai dar em nada! Logo logo esse aí será elevado ao status de celebridade, assim como a Suzane Von alguma coisa.