Aeródromo fechado obriga piloto da Esquadrilha a pousar fora e viajar 100 km até Caicó
A aeronave da Esquadrilha da Fumaça já realizou o reconhecimento do espaço aéreo de Caicó para a apresentação prevista para o mês de março. No entanto, devido ao fechamento do Aeródromo Rui Mariz, o piloto precisou pousar no aeroporto da cidade de Patos, na Paraíba, enfrentando um deslocamento terrestre de aproximadamente 100 quilômetros até Caicó para tratar das questões técnicas e operacionais do evento.
A situação evidencia a dificuldade imposta pelo aeródromo de Caicó estar fechado há anos. Mesmo recebendo um dos maiores espetáculos da aviação brasileira, a cidade não pôde oferecer estrutura para pouso e apoio à equipe, gerando custos, desgaste logístico e perda de oportunidades.
Por Marcos Dantas
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