Ajudou a protagonizar o impeachment de Dilma e foi preso pela Lava Jato: Eduardo Cunha é isolado por partidos para 2026
POLITICA | Mesmo tendo trocado seu domicílio eleitoral para Minas Gerais no ano passado e ter repetido a estratégia de investir em rádios evangélicas para tentar se viabilizar como candidato à Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha ainda não conseguiu um partido que bancasse sua pré-candidatura às vésperas do fim da janela partidária.
O ex-presidente da Câmara foi rejeitado por diversas legendas, do DC ao Podemos, e não deve conseguir propulsão para tentar disputar o cargo novamente.
A estratégia realizada em Minas Gerais espelhou a que Cunha tentou fazer em São Paulo nas últimas eleições gerais, quando não foi eleito para retornar à Câmara Federal. Em publicação nas redes sociais, Cunha manteve o mistério sobre sua candidatura, mas reforçou que “a eleição é só o último movimento de um jogo que começa muito antes”.
“Agora é a fase em que peças se movem, alianças se redesenham e caminhos são definidos. São decisões que parecem técnicas, mas que na prática determinam quem entra forte, quem fica pelo caminho e como será o equilíbrio da disputa.
Política de verdade não acontece só na frente dos holofotes, ela começa nos bastidores!”, pontuou.
Questionado pela reportagem se conseguiu um partido que o abrigasse, Eduardo Cunha não respondeu. Ele também foi questionado se é pré-candidato ao cargo de deputado federal, mas igualmente manteve o silêncio. O prazo final para filiação dentro da janela partidária termina na noite desta sexta-feira (3).
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