Após cortes na ciência, Brasil perdeu patente de substância ligada à recuperação de tetraplégicos, afirma a Dra. Tatiana Sampaio
A pesquisadora Tatiana Sampaio, da Universidade Federal do Rio de Janeiro, afirmou que o Brasil perdeu a patente internacional da polilaminina, tecnologia com potencial terapêutico desenvolvida ao longo de décadas, em razão dos cortes orçamentários que atingiram a universidade nos anos de 2015 e 2016.
De acordo com a cientista, o pedido de patente foi feito ainda em 2007, quando a pesquisa estava em estágio inicial, mas já indicava potencial para se transformar em medicamento. “Nós fizemos um pedido de patente em 2007, quando eu estava muito longe ainda de ter um efeito, muito longe de testar em humanos, bem no início do projeto”, explicou.
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