Além de ministros do STF, EUA avaliam sanções contra autoridades da PF, PGR, TSE e até escritórios de advocacia de familiares

Os Estados Unidos avaliam um novo pacote de sanções contra autoridades brasileiras. O Conexão Política apurou com fontes ligadas ao governo americano, ao Partido Republicano e ao núcleo de formulação diplomática da Casa Branca que as medidas em discussão incluem a aplicação das punições previstas na Lei Magnitsky, com impacto direto sobre ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), mas uma ampliação que também atinja integrantes da Procuradoria-Geral da República (PGR), agentes da Polícia Federal e membros do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
O Congresso dos EUA já havia sinalizado iniciativas legislativas que complementem as restrições impostas até aqui, numa frente para responsabilizar autoridades envolvidas em práticas classificadas como censura, perseguição polícia, judicial, ideológica e abuso de poder. Embora ainda não haja confirmação oficial sobre os alvos exatos dessa nova etapa, circula entre os interlocutores do governo Trump a intenção de esticar o alcance das sanções para além do STF, para afetar propositalmente outros setores do sistema de Justiça brasileiro.
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