PF fecha empresa clandestina após agressão a jovem com deficiência auditiva no Carnaval de Apodi

A Polícia Federal realizou, na terça-feira (24), uma fiscalização no município de Apodi para apurar a atuação da empresa responsável pela segurança privada durante um evento de carnaval promovido pela prefeitura. A diligência ocorreu após denúncias e a ampla divulgação de imagens que mostram a agressão a um jovem com deficiência auditiva por integrantes da equipe de segurança contratada.
Durante a inspeção, os policiais federais constataram que a empresa operava de forma clandestina, sem autorização da PF para prestar serviços de segurança privada — atividade que, por lei, exige credenciamento e fiscalização do órgão federal.
Diante das irregularidades, foi lavrado auto de encerramento das atividades e determinada a suspensão imediata da prestação do serviço. A Prefeitura de Apodi também foi formalmente notificada sobre a contratação, com o objetivo de evitar novas ocorrências semelhantes. A empresa poderá responder administrativamente e criminalmente pela prestação ilegal de serviço de segurança privada.
Entenda o caso
A agressão ocorreu na terça-feira de Carnaval e ganhou repercussão após vídeos circularem nas redes sociais e na imprensa. As imagens mostram o momento em que um jovem com deficiência auditiva é agredido por homens que atuavam como seguranças no evento.
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