Associação criminosa agiu para desviar presentes de R$ 6,8 mi e implica Bolsonaro, diz PF

A Polícia Federal concluiu que foi montada uma associação criminosa no governo Jair Bolsonaro para desviar joias e presentes de alto valor recebidos em razão do cargo pelo ex-chefe do Executivo. “Essa atuação ilícita teve a finalidade de desviar bens, cujo valor mercadológico somam o montante deR$ 6,8 milhões (US$ 1.227.725,12)″, diz a PF no relatório final do inquérito das joias sauditas – caso revelado pelo Estadão.
O ex-presidente foi indiciado por crimes de associação criminosa, peculato e lavagem de dinheiro na quinta-feira (4). Nesta segunda (8), o ministro Alexandre de Moraes retirou o sigilo do relatório final da PF sobre o caso e deu 15 dias para que o procurador-geral da República, Paulo Gonet, se manifeste sobre a conclusão dos investigadores. O documento tem mais de 400 páginas.
Segundo a PF, os valores obtidos das vendas dos presentes e joias eram convertidos em dinheiro em espécie e ingressavam no patrimônio pessoal do ex-presidente por meio de pessoas interpostas. A defesa de Bolsonaro foi procurada pelo Estadão, mas ainda não retornou.
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