“Mais grave é ficarmos para trás nessa corrida”: Dilma Rousseff sobre hospitais inteligentes, a nova tecnologia do SUS
O Sistema Único de Saúde (SUS) passará a contar com uma rede nacional de hospitais e serviços inteligentes, marcando um novo avanço na incorporação de tecnologia e inovação na saúde pública brasileira. A iniciativa prevê o uso de ferramentas como telemedicina, inteligência artificial e cirurgia robótica, ampliando o acesso da população a tratamentos mais modernos e eficientes.
Ao comentar o avanço, a ex-presidente Dilma Rousseff destacou a importância de o Brasil não ficar para trás no cenário global de inovação em saúde. “O mais grave é ficarmos para trás nessa corrida”, afirmou. Segundo ela, o projeto vai além da estrutura física hospitalar. “Por isso é mais do que um hospital. É a gente acessar o que há de mais moderno em tecnologia no mundo. Porque uma das coisas mais graves é nós ficarmos para trás nessa corrida”, disse.
A proposta tem como foco qualificar o atendimento no SUS, reduzir desigualdades regionais e melhorar diagnósticos e tratamentos, especialmente em áreas remotas, por meio da telemedicina. Já a incorporação da cirurgia robótica e de sistemas inteligentes promete maior precisão nos procedimentos e melhores resultados para os pacientes.
O uso responsável da tecnologia e da inteligência artificial é apontado como um dos pilares da iniciativa, garantindo inovação aliada à humanização do atendimento. Com a implantação da rede de hospitais inteligentes, o Brasil passa a integrar a revolução tecnológica na saúde, reforçando o SUS como um sistema público capaz de evoluir e se adaptar às novas demandas da população.
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