O poder de Bivar contra Rueda, e vice-versa: Pistoleiros, 20 milhões por morte e ameaça a criança
Está nas mãos do ministro Kássio Nunes Marques, do Supremo Tribunal Federal (STF), uma tormentosa lista de acusações feitas pelo presidente eleito do União Brasil Antônio Rueda contra o dirigente agora afastado da agremiação, Luciano Bivar. Ex-aliados históricos, os dois estão em guerra aberta desde o ano passado, quando, desidratado pelo empoderamento do grupo ligado ao ex-prefeito ACM Neto na legenda, Bivar detectou que sua cabeça estava a prêmio.
Na segunda-feira, 11, a troca de acusações subiu de patamar após uma casa de Rueda e outra da irmã dele, tesoureira do partido, terem pegado fogo em um aparente atentado. Os dois imóveis ficam a cerca de 500 metros de uma casa de Bivar em um condomínio fechado em Ipojuca (PE)
Em uma petição confidencial apresentada ao Supremo, instado a decidir se abre ou não processo contra Bivar pelas admoestações, Rueda relata três episódios de ameaça antes do incêndio, que incluem a contratação de assassinos de aluguel e a reserva de 20 milhões de reais, pretensamente por Bivar, para acabar com a vida do antigo aliado. VEJA teve acesso ao processo.
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