Presidenciável propõe criminalizar ‘cristofobia’ no Brasil
O ex-deputado federal Roberto Jefferson (PTB) se registrou como candidato à presidência da República no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) para disputar o pleito deste ano. No plano de governo de 12 páginas, Jefferson propõe a criminalização da “cristofobia” (aversão a Cristo e ao cristianismo em geral). O político também declarou à Corte ter um patrimônio de R$ 745 mil.
Roberto Jefferson teve a prisão preventiva decretada em agosto de 2021 por determinação do ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), acusado de tumultuar o processo eleitoral, proferir discursos de ódio e atacar instituições democráticas. Desde janeiro, Jefferson cumpre prisão domiciliar sob algumas exigências, entre elas, fazer o uso de tornozeleira eletrônica e não fazer “qualquer comunicação com o exterior”.
Em uma linha do plano de governo, na seção de “aspecto político”, Jefferson cita: “Criminalização da Cristofobia”. O político, no entanto, não detalha ações práticas para combater a “cristofobia”.
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