Mãe de paciente de anestesista diz que filha relatou ‘gosto muito ruim na boca’ após voltar de cesariana
Um crime chocante, vítimas revoltadas e um médico no banco dos réus por estupro de vulnerável.
“O agente se aproveita da vulnerabilidade da vítima. Esse estado de vulnerabilidade da vítima, nesse caso, é a sedação. Ela estava desacordada”, diz a delegada Bárbara Lomba.
Foi assim, desacordada, que outra mulher ficou logo depois de dar à luz. O marido já tinha sido retirado da sala com o bebê. Era a terceira cesariana dela e, dessa vez, a sedação foi muito maior.
“Eu já não estava conseguindo falar mais, porque assim que ele saiu, eu já fui ficando mais mole, mais sedada. Aí ele falou que ia me dar uma anestesia geral. Tomei e não consegui mais lembrar de nada. Apaguei”, diz a mulher.
Ela conta que, quando ouviu as notícias do estupro cometido por Giovanni Bezerra, reconheceu o anestesista e procurou a Delegacia da Mulher.

