Médicos e professores de Natal têm reuniões para discutir greves
Tanto os médicos da rede estadual quanto os professores da rede municipal de Natal devem ser reunir nesta quarta (29) com o Estado e Município, respectivamente, para tratar sobre suas demandas grevistas. Segundo a Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sesap), a paralisação dos profissionais não tem afetado os serviços de saúde.
Já no âmbito municipal, a adesão à greve afeta o cotidiano de responsáveis e alunos. Na Escola Municipal Ferreira Itajubá, por exemplo, cerca de 95% dos professores efetivos aderiram ao movimento. A Secretaria Municipal de Educação (SME) ainda não concluiu levantamento para precisar o impacto total.
De acordo com o presidente do Sindicato dos Médicos do Estado (Sinmed/RN), Geraldo Ferreira, a paralisação se deve a reivindicação da inclusão do reajuste de internível de 3% na reestruturação do Plano de Cargos, Carreiras e Remuneração (PCCR). Além disso, cobram paridade salarial entre ativos e aposentados, bem como gratificação por qualificação, sendo esse último ponto de discordância entre as partes envolvidas. Segundo o presidente, a ideia é que a greve atinja os 2.500 médicos no estado mas com estratégias específicas para cada serviço.
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