Lei Paulo Gustavo provoca racha na família Bolsonaro
O Senado Federal aprovou, nesta semana, um projeto de lei que libera R$ 3,86 bilhões do Fundo Nacional de Cultura (FNC) para fomentar projetos culturais, com o objetivo de recuperar o setor após perdas ao longo da pandemia da covid-19. Com 74 votos favoráveis e somente uma abstenção, a chamada “Lei Paulo Gustavo” dividiu governistas e a família do presidente Jair Bolsonaro (PL) após correligionários votarem contra o interesse do secretário especial da cultura, Mário Frias.
O texto que segue para sanção homenageia o humorista Paulo Gustavo, morto por covid-19 em 2021 e defensor da vacinação como forma de combater o avanço da pandemia. O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) foi um dos que aprovou a lei em Plenário, e disse que o voto homenageia o que o governo federal fez ao longo da pandemia. Também justificou a posição ao apontar que a cultura teria sido uma das vítimas do “fique em casa” e que, por isso, precisa do aporte financeiro.
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