Vídeo: Mãe denuncia “sequestro institucional da filha” em ação envolvendo assessora de Arthur Lira e a PRF
A empresária e mãe Márcia Aparecida Santos Costa denuncia ter sido impedida de exercer seu direito legal de convivência com a filha Maria Cecília, mesmo amparada por decisão judicial que garante a guarda compartilhada com residência fixa da criança sob sua responsabilidade. Segundo ela, a filha foi retirada de sua companhia com apoio de forças policiais e sem respaldo judicial, em um caso que pode configurar grave violação de direitos e uso indevido do aparato estatal.
Márcia relata que, em dezembro de 2024, o pai da criança, Diego Nunes Seixas Matos, teria viajado com a menor para passar metade das férias escolares – conforme previsto em acordo homologado pela 1ª Vara de Família de Lauro de Freitas (BA) – mas não a devolveu conforme o combinado judicialmente. A criança foi levada para Maceió (AL) sem autorização da mãe e sem qualquer decisão judicial que transferisse a guarda.
“Ele sumiu com ela. Eu não sabia onde minha filha estava. Só descobri que ela estava em Maceió depois que entramos com ação de busca e apreensão aqui na Bahia. E, mesmo com decisão favorável, só depois da ordem judicial ele me permitiu ter contato com minha filha por telefone”, relata a mãe.
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