Azul suspende operação no Aeroporto de Mossoró
A Azul Linhas Aéreas anunciou, nesta quarta-feira (8), a suspensão das operações da empresa no Aeroporto Dix-Sept Rosado, localizado em Mossoró, a partir do próximo dia 10 de março. Em comunicado enviado à imprensa, a companhia justificou que a decisão foi tomada devido “a uma série de fatores que vão desde o aumento nos custos operacionais da aviação, impactados pela crise global na cadeia de suprimentos e a alta do dólar, somadas às questões de disponibilidade de frota e de ajustes de oferta e demanda.”.
O comunicado ainda fala sobre os clientes que devem ser impactados pela decisão, garantindo que todos receberão “a assistência necessária, conforme prevê a resolução 400 da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac)”.
Com o fim das operações da Azul em Mossoró, a segunda maior cidade do Rio Grande do Norte deixará te contar com voos comerciais, já que a companhia era a única fazendo pousos e decolagens no terminal, onde utilizava aeronaves modelo ATR 72-600 na rota Mossoró – Recife. Em agosto de 2024, a VoePass, que operava voos ligando a cidade à capital do estado, Natal, também encerrou as operações no Dix-Sept Rosado.
Desde setembro de 2023, o terminal é administrado pela Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero), que recebeu do Governo do Estado do Rio Grande do Norte a outorga de administração, operação e exploração.
Confira na íntegra o comunicado da Azul
“São Paulo, 8 de janeiro de 2025 – A Azul informa que está sempre avaliando as possibilidades e necessidades de mercado e, consequentemente, mudanças fazem parte do planejamento operacional. Como empresa competitiva, a companhia reavalia constantemente as operações em suas bases, como parte de um processo normal de ajuste de capacidade à demanda.
Sendo assim, a companhia anuncia que irá suspender as operações na cidade de Mossoró (RN), a partir do dia 10 de março devido a uma série de fatores que vão desde o aumento nos custos operacionais da aviação, impactados pela crise global na cadeia de suprimentos e a alta do dólar, somadas às questões de disponibilidade de frota e de ajustes de oferta e demanda.
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