Países europeus fecham o cerco aos não vacinados

As infecções voltam a subir, os centros de vacinação vão se esvaziando. Governos da Europa decidiram agir para incentivar mais pessoas a se imunizarem, gerando protestos de parcela da população.

“Achatar a curva” é uma das expressões de destaque na pandemia de coronavírus. O que isso significa na prática é reduzir o número de novas infecções diárias. Mas agora outra curva está se achatando: a de novas vacinações. Depois que a escassez de vacinas, em particular, desacelerou as campanhas de vacinação na União Europeia (UE) no início do ano, há agora uma crescente escassez de pessoas a quem elas possam ser administradas.

Muitos políticos não estão gostando nada disso – especialmente considerando os valores crescentes de incidência e a disseminação da variante delta. Em vários países, o debate acendeu-se novamente sobre se deve haver restrições diferentes para aqueles que são vacinados e aqueles que não. Ou mesmo se a imunidade de rebanho desejada deve ser alcançada por meio da vacinação obrigatória.

Enquanto a Alemanha ainda está debatendo o assunto, governos de outros países já tiraram suas conclusões. Em particular, a vacinação obrigatória para certas profissões não foi bem recebida em todos os lugares. Houve protestos em vários países.

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