Presa diz que advogado casado tinha caso com Monique, mãe de Henry

Uma detenta apontou um advogado casado como o amante da professora Monique Medeiros, acusada da morte do filho, o menino Henry Borel, de 4 anos, em março do ano passado. O defensor “teria dito que iria se separar da esposa”, relatou Fernanda Silva Almeida, a Fernanda Bumbum, à direção do Instituto Penal Santo Expedito em denúncia contra o caso da prática de “atos libidinosos” no sistema penitenciário.

Até o momento, sete presas alegam ter ouvido da própria Monique sobre o relacionamento sexual no parlatório, sala de atendimento, separada por vidro e sem câmeras, do Instituto Oscar Stevenson, quando esteve presa na unidade, em Benfica, zona norte.

O início do romance, segundo Fernanda Bumbum, começou quando Monique ainda estava no Instituto Penal Ismael Sirieiro, em Niterói, região metropolitana. Segundo ela, durante a visita do advogado, Monique ia “sem sutiã e com shorts bem coladinhos para facilitar a exposição dos seus seios e do resto do corpo”.

A Secretaria de Administração Penitenciária abriu sindicância e encaminhou o caso à Ordem dos Advogados do Brasil para a instauração de procedimento. A previsão é de que Monique seja ouvida nesta segunda-feira 7.

O caso veio à tona depois que Monique relatou estar sendo ameaçada na prisão por Fernanda Bumbum em audiência no 2º Tribunal do Júri, onde é processada pela morte do filho, em fevereiro.

1 Comentário

Gil Braz Silva Romero

mar 3, 2022, 10:42 pm Responder

Averiguar minuciosamente e punilas, e bota-las para trabalharem em repartições do governo, compatíveis com suas respectivas funções, sem receberem vencimentos, seus vencimentos servirão para pagar as despesas ao governo ou seja pagas por nós, através de nossos impostos. Elas terão assistência de extrema necessidade dadas pelo governo, durante suas estadias na prisão.

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