Silêncio estratégico: quem será o nome da direita para o Governo do RN?
Rogério Marinho praticamente deixou escapar ontem que não deverá ser candidato ao Governo do Estado. A justificativa? Uma missão considerada estratégica e de confiança máxima: coordenar a campanha de Flávio Bolsonaro, papel que o colocaria no centro das articulações nacionais da direita.
Mas o silêncio que se seguiu foi ainda mais ensurdecedor.
Marinho não cravou nomes, não apontou caminhos e guardou a principal carta para o dia 22. Até lá, apenas uma promessa: a direita terá um candidato. Quem será? Um nome já conhecido do eleitorado? Uma surpresa de última hora? Ou alguém que hoje prefere permanecer nas sombras?
Enquanto isso, líderes, aliados e adversários fazem cálculos, especulam alianças e tentam decifrar sinais. O tabuleiro está montado, mas a peça principal ainda não foi revelada.
O relógio corre.
O suspense cresce.
E o dia 22 se aproxima como o momento em que o jogo finalmente será aberto.
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