Sobrevivente da covid, mulher mais velha da Europa faz 118 anos

Ela não enxerga mais e precisa ser amparada sempre que se movimenta em sua cadeira de rodas. Mas segue muito lúcida. Sabe que todos os dias acorda às 7 horas e é colocada à mesa para tomar café. Em seguida, é transferida para a capela do asilo onde vive, em Toulon, no sul da França, para manter a fé em dia.

Nascida na cidade de Alès, também no sul da França, em 11 de fevereiro de 1904, Lucile Randon, conhecida como irmã André, reclama da falta de independência. Para seu 118º aniversário, comemorado nesta sexta-feira (11/02), ela disse desejar “morrer logo”.

“Passar o dia todo sozinha apenas com a sua dor não é divertido. É terrível não poder fazer nada sozinha”, lamentou. “Deus não me escuta. Deve estar surdo.”

Aos 118 anos, ela é considerada a mulher mais velha da Europa e a segunda do mundo, apenas 13 meses mais jovem que a japonesa Kane Tanaka, que nasceu em 2 de janeiro de 1903.

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