Acharam um culpado pela baderna nos presídios: Cabo PM é afastado depois de gravar vídeo com membros do PCC

O Cabo da Polícia Militar, João Maria Barros, que filmou e distribuiu imagens em redes sociais dos lideres do PCC que foram transferidos de Alcaçuz desde segunda feira, 16, foi afastado na manhã desse sábado, 21, após imagens circularem nas redes sociais.




De acordo com a assessoria de comunicação do governo do estado, o policial vai responder a um processo administrativo pela conduta inapropriada e a um processo criminal, já que estava expressamente proibido de entrar onde os presos estão custodiados.

No vídeo publicado pelo Cabo, os presos do PCC, José Francisco dos Santos, José Cláudio Cândido do Prado e Paulo da Silva Santos, aparecem vestidos somente de calção azul (farda de Alcaçuz), em uma sala com grades, mas com acesso fácil a policiais militares.

É nítido o recado do PCC, “a guerra contra o sindicato não vai parar”. Pelo acordo que começou a ser colocado em prática pela equipe da Secretaria Estadual de Segurança Pública, os líderes do PCC exigiram a retirada dos presos ligados ao Sindicato do Crime (Facção do RN).

BJS: Infelizmente um pobre de um policial militar é quem vai pagar o pato pela baderna no estado, até agora ninguém foi punido, mas ele vai ser. Ele certo? Não! Mas criminalizar a atitude do policial é aceitar perante à sociedade que o governo só tem pulso para o trabalhador.

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TRIBUNA DO NORTE /  BLOG JAIR SAMPAIO

1 Comentário

Inácio Augusto de Almeida

jan 1, 2017, 1:15 pm Responder

HÁ DOIS ANOS ATRÁS EU ESCREVI, PUBLIQUEI E DIVULGUEI NA RÁDIO RURAL ESTA SUGESTÃO.
Apenas riram. Hoje a verdade se faz presente.

CAMPO DE CONFINAMENTO
O que eu chamo de CAMPO DE CONFINAMENTO nada mais é do que uma prisão de segurança mínima onde seriam mantidos presos com penas de até no máximo quatro anos. Estes presos, que são de baixa periculosidade, hoje são mantidos juntos com presos de alta periculosidade e ao final da pena saem piores do que entraram, já que recebem influência de bandidos altamente perigosos.
Além do mais, como são em grande número, superlotam os presídios e dificultam um maior controle do Estado sobre os que cumprem pena.
E como resolver estes dois problemas e ainda tentar recuperar para o convívio social jovem que cometeu pequenos delitos?
A construção de CAMPOS DE CONFINAMENTO, custo baixíssimo de construção e manutenção é a solução.
O CAMPO DE CONFINAMENTO
Numa área um pouco afastada da cidade serão construídos grandes galpões onde seriam abrigados estes presos de baixa periculosidade. Estes galpões, que abrigariam cada um em média 50 presos, ficariam dentro de uma área cercada e com apenas duas torres de vigia. Antes da cerca seria feita uma marcação, distando dez metros da cerca e qualquer preso que entrasse nesta área seria punido com a suspensão da visita que recebe semanalmente. A reincidência nesta falta por três vezes resultaria na remoção do preso para o presídio. Qualquer preso que tente fuga será IMEDIATAMENTE removido para o presido.
E como os presos sabem o sufoco que é o presídio, acredito que esta medida será suficiente para desestimular a tentativa de fuga por preso que está prestes a ser solto por cumprimento de pena.
Cada galpão terá um agente penitenciário ou um policial responsável pela manutenção da ordem. O preso que estiver mais perto de ser solto auxiliará o policial ou agente penitenciário na manutenção do galpão.
Qualquer preso que seja flagrado com drogas ou aparelho celular será transferido para o presídio.
Um grande refeitório será feito num galpão e presos receberão suas refeições em bandejas. Refeições que serão preparadas com o auxílio de alguns presos e sob supervisão de um nutricionista e um cozinheiro. Os familiares dos presos durante as visitas poderão levar alimentos.
Para as necessidades fisiológicas os presos terão sanitários dentro dos galpões onde estão alojados. Banheiros serão construídos dentro dos galpões na área destinada aos aparelhos sanitários. Isto poupará gastos de recursos e aproveitará melhor o espaço.
Considerando que são presos de baixa periculosidade; assaltantes de celular, furto e roubo de moto etc, estimular a prática de esportes e disponibilizar apoio psicológico e religioso, além de criar sala de leitura. Cursos de formação de pedreiro, marceneiro, eletricista e outros deverão funcionar dentro do CAMPO DE CONFINAMENTO. E o preso que participar do curso poderá ter sua pena reduzida após a conclusão do curso. O Serviço de Assistência Social do Estado deverá envidar esforços para tentar colocar no mercado de trabalho presos que concluíram os cursos e cumpriram a pena
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Esta é a ideia que tenho para a criação de um CAMPO DE CONFINAMENTO a fim de desafogar os presídios e possibilitar a recuperação de presos que desejem uma nova chance na sociedade,
Estes CAMPOS DE CONFINAMENTO deverão ser construídos em todas as cidades onde presídios estejam com problemas de superlotação.
DE CUSTO BAIXÍSSIMO, POSSIBILIDADE MAIOR DE RECUPERAR PRESOS DE BAIXA PERICULOSIDADE, OS CAMPOS DE CONFINAMENTO, CASO SE TORNEM UMA REALIDADE, PODERÃO MELHORAR O SISTEMA PENITENCIÁRIO BRASILEIRO.
Para isto é necessário a colaboração das igrejas de todas as religiões e de toda a sociedade.
Trabalho de resgate da autoestima dos presos deve ser feito com apoio de psicólogos e outros profissionais da área.
Semanalmente um médico atenderá os presos que necessitem de cuidados de saúde. Um dentista estará uma vez por semana à disposição dos presos. Noções de higiene corporal e bucal devem ser ministradas aos presos. Mostrar a todos presos que caso queiram poderão voltar ao convívio social.
Claro que esta ideia precisa ser melhorada e adaptada à realidade do sistema prisional brasileiro. Digo brasileiro porque acredito que se aplicado no RN será copiado em todo o Brasil.
Inácio Augusto de Almeida

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