Aluno que ficou conhecido por humilhar professora vira orador de comício de Lula

O “aluno, declarado homossexual, Ricardo Silva, de 19 anos, que sentou no colo do namorado dentro da sala de aula”, com direito à repercussão nas redes sociais por conta de um vídeo gravado pelo próprio estudante, chamando a diretora do colégio de homofóbica após ela pedir para que ele saísse do colo do namorado, foi um dos oradores do comício de Lula em Mossoró.

O CASO

O caso ocorreu na Escola Aida Cortez Ramalho Pereira, em Mossoró, na região Oeste do Rio Grande do Norte. O aluno em questão se chama Ricardo Silva, tem 18 anos, e está no terceiro ano do ensino médio.

Diferente do que pensa Ricardo, a sala de aula não é local para se comportar como bem entender, como por exemplo sentar no colo do namorado. Diante do comportamento inadequado para o ambiente, a diretora chamou sua atenção e foi ofendida pelo mesmo, que a acusou de estar sendo homofóbica.

No vídeo, Ricardo diz: “Eu estou aqui sentado no colo do meu namorado e a diretora quer me tirar do colo do meu namorado”.

Após o caso, a diretora, que também é professora na mesma escola, procurou um promotor especialista em educação. “Queria que ele entendesse a gravidade da situação. Algo tem que ser feito”, disse ela para o site G1.

O caso acabou parando na delegacia e o rapaz irá responder criminalmente por ter acusado sua professora, e diretora da escola, de forma caluniosa e indevida.

Veja a explicação do delegado do caso no vídeo abaixo: https://jornalivre.com/2017/06/25/aluno-que-humilhou-professora-vai-responder-criminalmente-pelos-seus-atos/

OUTROS EXEMPLOS

1 Comentário

Val Seridó

ago 8, 2017, 1:39 pm Responder

Pois é, independente de orientação sexual, o estudante que deveria discursar seria aquele com maior rendimento escolar, disciplinado, bom filho, um exemplo dentre seus pares. Porém, em nosso país, o qual vai de ladeira abaixo, quem ganha oportunidade, quem é valorizado, quem se torna notório, são aqueles que não constituem exemplo de conduta para ninguém. Pobre Brasil!

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