Hemorragia após traumas causou morte de Juliana Marins, diz laudo feito no Brasil
A Polícia Civil do Rio de Janeiro confirmou que a publicitária Juliana Marins, de 26 anos, morreu em decorrência de múltiplos traumas causados por uma queda de altura.
O laudo pericial do Instituto Médico-Legal (IML), elaborado com base no exame cadavérico, concluiu que a causa imediata foi hemorragia interna provocada por lesões poliviscerais e politraumatismo, compatíveis com impacto de alta energia cinética. Não houve sobrevida prolongada após a queda fatal: peritos estimam que Juliana sobreviveu por no máximo 15 minutos após o impacto.
A estimativa exata da data da morte foi considerada prejudicada devido às condições em que o corpo chegou ao IML, já embalsamado. A jovem foi vista em diferentes alturas do morro ao longo dos quase quatro dias que duraram o seu resgate – que ocorreu já com a menina sem vida. Após cair da trilha, Juliana foi vista, primeiramente, a uma distância de 200 metros. Depois, drones encontraram a jovem imóvel a 400 metros e, por fim, equipes de resgate encontraram seu corpo a cerca de 600 metros de profundidade.
Apesar de indicar que os ferimentos seriam letais em curto prazo, os peritos do Rio não descartam a possibilidade de um período de sofrimento físico e psíquico antes da morte efetiva.
“Pode ter havido um período agonal antes da queda fatal, gerando sofrimento físico e psíquico, com intenso estresse endócrino, metabólico e imunológico ao trauma”, destaca um trecho do laudo.
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