De lelmo Marinho a Nísia Floresta: a trajetória de Gustavo Fernandes na defesa do piso nacional para os professores; Vídeo
O debate sobre o reajuste do piso salarial do magistério para 2027 precisa começar desde já. Essa tem sido uma das principais bandeiras defendidas pelo professor e doutor Gustavo Fernandes, atual secretário municipal de Educação de Nísia Floresta, que tem se destacado pela defesa da valorização dos profissionais da educação por meio do planejamento, da responsabilidade fiscal e do diálogo permanente.
Para Gustavo Fernandes, a discussão sobre o piso nacional do magistério não pode ocorrer apenas quando o reajuste é anunciado pelo Governo Federal. É necessário que estados e municípios se antecipem, organizem suas finanças e construam soluções capazes de garantir os direitos dos educadores sem comprometer a sustentabilidade das contas públicas.
A defesa feita pela Confederação Nacional dos Municípios (CNM) por uma maior participação da União no financiamento do piso é legítima e necessária. No entanto, Gustavo destaca que a responsabilidade pela valorização dos professores também passa por uma gestão eficiente dos recursos disponíveis, pela busca de novas fontes de financiamento e pelo fortalecimento das políticas públicas educacionais.
A trajetória do secretário reforça esse entendimento. Em Ielmo Marinho, contribuiu para que o município se tornasse referência estadual na implantação antecipada do reajuste do piso. Em 2022, a cidade foi a segunda do Rio Grande do Norte a garantir o reajuste. Em 2023, assumiu a liderança estadual. Já em 2024, Ielmo Marinho entrou para a história ao ser o primeiro município do Brasil a implantar o novo piso salarial, pagando inclusive um percentual superior ao definido nacionalmente.
Em Nísia Floresta, o compromisso foi mantido. Sob sua gestão à frente da Secretaria de Educação, o município tornou-se o primeiro do país a implementar os reajustes do piso nacional em 2025 e novamente em 2026, consolidando uma política de valorização que tem servido de exemplo para outras redes municipais.
Para Gustavo Fernandes, os resultados alcançados demonstram que a valorização dos profissionais da educação é possível quando existe planejamento, gestão responsável e prioridade política. Sua defesa é de que o reajuste do piso seja tratado como uma política permanente, garantindo previsibilidade, segurança e reconhecimento aos educadores.
Mais do que uma pauta salarial, a valorização do magistério representa um investimento direto na qualidade da educação pública e no futuro das próximas gerações.
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