Estudantes do IFRN se preparam para intercâmbio no Equador

Oito estudantes do Instituto Federal do Rio Grande do Norte (IFRN) participarão de um intercâmbio no Equador, entre 21 de novembro e 5 de dezembro de 2026. Como parte da preparação para a experiência, o grupo participou, nesta sexta-feira (16), de uma programação de pré-embarque, que incluiu recepção no Gabinete da Reitoria, em Natal, e orientações sobre a mobilidade.
O encontro contou com a presença do reitor do IFRN, José Arnóbio e o diretor sistêmico de Internacionalização, Bruno Venâncio. Organizada pela Diretoria Sistêmica de Internacionalização (Dint), a programação incluiu uma oficina com a psicóloga Caroline Magalhães, do campus Natal-Central, além de momentos de diálogo com os gestores e orientações sobre a mobilidade internacional. A iniciativa integra o programa Passaporte IFRN: Caminhos para a Cidadania Global, regulamentado pelo Edital nº 10/2026.
Aprendizagem além da sala de aula
Para a estudante Mazikeen Araújo, do campus Natal-Centro Histórico, a oportunidade permitirá conhecer a cultura equatoriana a partir da convivência com a população local. Ela também destacou a possibilidade de compartilhar aspectos da cultura brasileira durante a experiência.
“É poder falar no dia a dia com os comerciantes, com as pessoas na rua e conhecer realmente a cultura que eles vivenciam”, afirmou. Para Mazikeen, o intercâmbio vai além do turismo, pois possibilita aprender uma nova língua, adquirir experiências e representar o IFRN no exterior.
Eliezer Segundo, aluno do campus Mossoró, também destacou as expectativas para a mobilidade e a importância do contato com outras culturas latino-americanas. “Eu acho muito importante exercitar essa latino-americanidade, porque muitas vezes a gente foca muito na internacionalização para o inglês. Falar inglês é importante, mas falar espanhol é necessário”, declarou.
Aprendizagem além da sala de aula
Para a estudante Mazikeen Araújo, do campus Natal-Centro Histórico, a oportunidade permitirá conhecer a cultura equatoriana a partir da convivência com a população local. Ela também destacou a possibilidade de compartilhar aspectos da cultura brasileira durante a experiência.
“É poder falar no dia a dia com os comerciantes, com as pessoas na rua e conhecer realmente a cultura que eles vivenciam”, afirmou. Para Mazikeen, o intercâmbio vai além do turismo, pois possibilita aprender uma nova língua, adquirir experiências e representar o IFRN no exterior.
Eliezer Segundo, aluno do campus Mossoró, também destacou as expectativas para a mobilidade e a importância do contato com outras culturas latino-americanas. “Eu acho muito importante exercitar essa latino-americanidade, porque muitas vezes a gente foca muito na internacionalização para o inglês. Falar inglês é importante, mas falar espanhol é necessário”, declarou.
Política de internacionalização
Segundo Bruno Venâncio, esta é a quinta edição do programa voltada a estudantes do ensino médio. As experiências anteriores incluíram intercâmbios na Colômbia e no Equador. Em 2026, o destino é novamente a Universidade Estadual Península de Santa Elena, no Equador, instituição parceira do IFRN.
Durante a mobilidade, os estudantes terão aulas diárias de espanhol, além de atividades culturais, acadêmicas e científicas. De acordo com Bruno, a aprendizagem do idioma está alinhada à política linguística institucional, que defende o espanhol como língua de integração regional.
O reitor ressaltou a relação do programa com as políticas de permanência e êxito estudantil e com a formação integral. Segundo ele, a oportunidade permite que estudantes com bom desempenho acadêmico e participação em atividades de pesquisa e extensão vivenciem experiências internacionais ainda durante o ensino médio.
“Isso jamais vai ser custo, é investimento em pessoas”, afirmou Arnóbio.
A iniciativa busca ampliar as oportunidades de mobilidade internacional e contribuir para o desenvolvimento de competências acadêmicas, linguísticas, profissionais, cidadãs e socioemocionais dos estudantes, fortalecendo a formação intercultural e a política de internacionalização do Instituto.
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