Durante entrevista exclusiva à afiliada da TV Globo, concedida em visita à Bahia, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que a transposição do Rio São Francisco teria levado água para “mais de 13 bilhões de pessoas”, número que supera a população mundial atual, estimada em cerca de 8,1 bilhões de habitantes.
A declaração rapidamente repercutiu nas redes sociais e entre críticos do governo, que apontaram o exagero como um erro evidente de proporção. Na pratica, a obra beneficia milhões de pessoas no Nordeste, sobretudo em áreas atingidas historicamente pela seca, mas está longe da escala mencionada pelo presidente.
O projeto de transposição foi concluído e entrou em operação durante o governo Jair Bolsonaro, após atravessar anos de atrasos e paralisações em administrações anteriores. A iniciativa é considerada estratégica para a segurança hidrica da região, embora ainda enfrente desafios estruturais e de gestão.
Após a prisão preventiva do prefeito de Turilândia (MA), Paulo Curió, voltou a circular nas redes sociais um vídeo antigo em que ele aparece ao lado do ministro do STF Flávio Dino.
As imagens foram gravadas antes da investigação e mostram Dino agradecendo a parceria institucional com o município, citando obras de asfaltamento e melhorias na infraestrutura urbana.
Curió, por sua vez, atribui resultados da gestão a atuação conjunta entre os entes públicos.
Paulo Curió foi preso no âmbito de uma investigação que apura suposto desvio de cerca de R$ 56 milhões, envolvendo empresas de fachada, fraudes em licitações e recursos das áreas de Saúde e Assistência Social. Outras pessoas ligadas à administração municipal também são investigadas.
A cidade de Currais Novos registrou sete pequenos tremores de terra somente neste mês de dezembro. O mais recente abalo sísmico ocorreu na sexta-feira (26), às 12h42 e teve magnitude 1,6, segundo o Laboratório Sismológico da UFRN (LabSis).
Não houve relatos de moradores que tenham sentido o tremor. De acordo com a UFRN, todos os eventos registrados até agora foram de baixa intensidade e não representam risco estrutural, apesar da frequência elevada.
Desde o início do mês, Currais Novos vem apresentando uma sequência de pequenos abalos sísmicos, todos monitorados pelas estações do LabSis/UFRN.
Tremores registrados em dezembro em Currais Novos:
8 de dezembro – magnitude 1,7, sem relatos de moradores
11 de dezembro – magnitude 1,5
12 de dezembro – magnitude 1,6
19 de dezembro – magnitude 1,6
22 de dezembro – magnitude 1,5
23 de dezembro – magnitude 1,7, sentido por moradores
26 de dezembro – magnitude 1,6
O Laboratório Sismológico segue monitorando a região e deve divulgar novas informações caso ocorram outros tremores.
O projeto “Natal em Natal” registrou público recorde neste domingo ao receber, em Ponta Negra, a nova formação da banda Calcinha Preta. Mesmo sem a presença da cantora Silvânia Aquino, de 52 anos, que deixou o grupo após mais de 20 anos de história para seguir carreira solo, a banda mostrou força e arrastou uma verdadeira multidão, transformando a orla em um grande coro de fãs.
No palco montado à beira-mar, o grupo apresentou um repertório recheado de sucessos que marcaram gerações do forró eletrônico, levando o público ao delírio do início ao fim do show. Clássicos consagrados foram cantados em coro, reafirmando a forte ligação da Calcinha Preta com o público potiguar, um dos mais fiéis da trajetória da banda.
A ausência de Silvânia Aquino não diminuiu o entusiasmo da plateia, que respondeu com energia, emoção e intensa participação. A nova formação demonstrou entrosamento, presença de palco e respeito à história construída ao longo de décadas, preservando a identidade que consagrou o grupo em todo o país.
Leitores potiguares do blog relataram que enfrentaram quase oito horas de espera no controle de passaportes do Aeroporto de Lisboa. Segundo os relatos enviados, a situação foi marcada por filas extensas, desorganização e falta de informações claras para os passageiros que desembarcavam na capital portuguesa.
Viajantes também relataram filas de até seis horas na imigração, com queixas publicadas nas redes sociais classificando a situação como “escárnio” e “desumana”. Passageiros afirmam que ficaram longos períodos em pé, sem acesso adequado a água, comida ou banheiros, incluindo idosos e crianças, enquanto aguardavam a liberação.
As reclamações ocorrem em meio a dificuldades operacionais associadas à implementação do novo sistema europeu de controle de entradas e saídas, que substituiu o carimbo manual por registros eletrônicos e biométricos, o que teria causado lentidão no atendimento.
Autoridades portuguesas reconhecem falhas no processo e afirmam trabalhar para reduzir o tempo de espera, após o impacto negativo na experiência dos viajantes e na imagem do Aeroporto de Lisboa.
Um total de 152,3 mil segurados do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) que venceram ações na Justiça contra o órgão iniciarão 2026 com mais dinheiro no bolso. O Conselho da Justiça Federal (CJF) autorizou a liberação de R$ 2,3 bilhões em atrasados a aposentados, pensionistas e outros beneficiários da Previdência Social.
O pagamento contempla 183 mil processos já encerrados, sem possibilidade de recurso. A liberação faz parte de um lote maior, de R$ 2,8 bilhões, que também inclui ações alimentares que envolvem servidores públicos federais. Ao todo, 236.603 beneficiários em 187.472 processos serão pagos neste lote.
Quem tem direito a receber?
Tem direito aos atrasados quem ganhou ação judicial contra o INSS relacionada à concessão ou revisão de benefícios, como:
Aposentadorias (por idade, tempo de contribuição, invalidez ou da pessoa com deficiência);
Pensão por morte;
Benefício por Incapacidade Temporária (antigo auxílio-doença);
Benefício de Prestação Continuada (BPC).
Para receber neste pagamento, é necessário que:
O processo esteja totalmente encerrado (transitado em julgado);
O valor seja de até 60 salários mínimos (R$ 91.080 em 2025);
A ordem de pagamento do juiz tenha sido emitida em novembro de 2025.
Os pagamentos são feitos por meio de requisições de pequeno valor (RPV), mecanismo usado para quitar dívidas judiciais de menor valor em prazo mais curto que os tradicionais precatórios.
Na noite do último sábado (27), a senadora Zenaide Maia participou da solenidade de inauguração do novo calçadão da orla da praia de Rio do Fogo, no litoral norte do Estado.
A obra foi executada com foco na valorização da orla, proporcionando mais conforto, acessibilidade e segurança para moradores e turistas. Além de melhorar a mobilidade urbana, o novo espaço se consolida como um importante ponto de convivência, lazer e incentivo à economia local.
O investimento de R$ 1 milhão possibilitou a construção do calçadão, reforçando o compromisso com o desenvolvimento urbano e turístico do município.
O Centrão, bloco formado por Partido Progressista (PP), Partido Social Democrático (PSD), Republicanos, Movimento Democrático Brasileiro (MDB) e União Brasil, articula-se nos bastidores para definir se dará apoio formal ou se liberará seus quadros a escolher entre Flávio Bolsonaro (PL) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na disputa presidencial de 2026.
De acordo com fontes ouvidas pelo Metrópoles, líderes do grupo planejam uma reunião já em janeiro para discutir o rumo eleitoral. O MDB tende a apoiar a reeleição de Lula.
Apesar da iniciativa, caciques partidários avaliam que um único encontro não será suficiente para pacificar o tema. A definição, segundo relataram ao Metrópoles, dependerá do cenário político ao longo do próximo ano, especialmente de quem ocupará o posto de vice-presidente na eventual chapa de Lula.
A Polícia Civil investiga a queda de um menino de quatro anos do 10º andar de um prédio em Ribeirão Preto, no interior de São Paulo, neste sábado (27). A criança sobreviveu.
Segundo informações da Secretaria de Segurança Pública paulista, o menino caiu ao passar pela janela de um dos banheiros do apartamento. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi chamado e o levou para o Hospital das Clínicas.
O caso foi registrado como “queda acidental” e a Central de Polícia Judiciária da cidade solicitou exames ao Instituto Médico Legal (IML) para entender melhor as circunstâncias da queda.
Um casal de turistas do Mato Grosso foi agredido por comerciantes, nesse sábado (27), na praia de Porto de Galinhas, em Ipojuca, na Região Metropolitana do Recife (RMR). Uma equipe de salva-vidas do município precisou intervir para conter as agressões e retirar Johnny Andrade Barbosa e Cleiton Zanatta do local.
Segundo informações de pessoas que estavam na praia durante a confusão, comerciantes da área teriam cobrado um valor acima do combinado anteriormente para ceder cadeiras. Os barraqueiros, por outro lado, alegaram que os homens teriam saído sem pagar, iniciando o tumulto que terminou em agressão.
Em cenas que circulam nas redes sociais, é possível ver um dos homens bastante ferido no rosto. “Chegamos à praia e um rapaz foi nos atender, conduzindo a gente até a barraca. Ele ofereceu os serviços por R$ 50, com duas cadeiras e um guarda-sol. Na hora de pagar, ele nos cobrou R$ 80. Falei que não era justo e que pagaria os R$ 50”, iniciou uma das vítimas.
A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro fez, neste domingo (28/12), uma nova atualização sobre o estado de saúde do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), internado no hospital DF Star, em Brasília (DF). Michelle informou em seu perfil oficial no Instagram que Bolsonaro não teria passado bem à noite, logo após passar por um novo procedimento cirúrgico para tentar tratar das crises de soluço.
“Ontem foi realizado o procedimento anestésico no nervo frênico direito, e o do lado esquerdo está programado para segunda-feira. Jair não teve uma noite boa; apresentou uma nova crise de soluços iniciada por volta das 23h, que permaneceu até as 11h20 da manhã, sem pausas, o que lhe causou grande exaustão e elevação da pressão arterial”, escreveu Michelle Bolsonaro.
“Hoje, está com uma dieta ainda mais restrita. Deixei-o com o filho, Renan, e estou indo para casa, retornando mais tarde para passar a noite com ele. Continuem orando. Obrigada, e que Deus os abençoe!”.
Narrativas esportivas, destaques culturais e histórias de comunidade criam engajamento, e o mesmo fio emocional também aparece em apostas e cassino.
Quando a vitória é coletiva: esporte, cultura e histórias que puxam a cidade para perto
Em toda comunidade existe um tipo de história que circula mais rápido do que notícia de última hora, porque não é só informação, é orgulho misturado com memória, e basta alguém comentar “você viu aquilo?” para a conversa escorrer da calçada para o grupo, do grupo para o balcão, do balcão para a mesa do jantar, como se todo mundo estivesse segurando o mesmo fio e puxando, ao mesmo tempo, para ver onde ele vai dar.
Essas histórias quase sempre começam no esporte, mas raramente ficam só no esporte, já que o que prende mesmo é o personagem: a atleta que treinava em horário apertado, o time que quase sumiu e voltou, o projeto de base que virou refúgio, o professor que improvisou material, a torcida que fez vaquinha para a viagem, e, quando isso cruza com a cultura do lugar — música, festa, comida, ritual de domingo, rádio ligado, cadeira na calçada — o resultado é um engajamento que parece simples, porém é profundo, porque dá vontade de acompanhar, torcer, recontar e fazer parte.
O esporte como novela boa: herói imperfeito, reviravolta e capítulo novo
A graça das histórias esportivas locais e regionais está no detalhe que ninguém de fora percebe de primeira, porque é ali que moram as pequenas vitórias e os tropeços que deixam tudo mais humano. Um gol no fim pode ser só um gol para quem olha de longe, mas, para quem conhece a caminhada, ele vira “aquele gol”, com contexto, suor, piada interna e lembrança de outras vezes em que quase deu, mas não deu, e essa camada extra transforma o esporte em narrativa contínua, com capítulos que se atualizam toda semana.
Quando a comunidade se reconhece nesses capítulos, ela passa a torcer também pela própria ideia de pertencimento, e o jogo vira pretexto para celebrar quem persevera, para apoiar quem tenta de novo e para rir do drama sem maldade, porque todo mundo entende o sentimento de estar por um triz, ainda que em áreas diferentes da vida.
Cultura que não precisa de palco: o cotidiano como espetáculo compartilhado
Nem toda história que inspira engajamento nasce em um campo, já que a cultura do dia a dia também cria personagens e momentos que parecem pequenos, mas colam. Um bloco que reúne gente do bairro, uma apresentação na praça, um sarau que vira tradição, um grafite novo que muda a cara da rua, um bar que vira ponto de encontro para ver jogo e conversar, tudo isso soma repertório comum, e repertório comum é a matéria-prima das conversas que duram.
Nesse cenário, o esporte entra e sai como trilha sonora, porque ele empresta emoção rápida e fácil de entender, enquanto a cultura empresta textura, identidade e humor. Quando as duas coisas se encostam, a cidade se sente retratada, e, quando a cidade se sente retratada, ela comenta, compartilha, comparece e defende.
Comunidade é algoritmo de gente: o que faz um assunto “pegar”
Algumas histórias explodem e outras morrem no primeiro parágrafo, e isso acontece menos por sorte e mais por combinação. A história “pega” quando tem:
um rosto reconhecível, mesmo que ninguém seja famoso, porque o público ama o “poderia ser eu”;
um obstáculo real, daqueles que não se resolvem com frase motivacional;
um gesto de comunidade, ainda que pequeno, porque solidariedade dá vontade de participar;
um desfecho aberto, pois acompanhar é mais gostoso quando ainda tem estrada;
um toque de humor, já que a vida costuma doer menos quando vira resenha.
No fundo, engajamento não é grito constante, é constância afetiva, e as histórias que inspiram criam exatamente isso: a sensação de que vale a pena ficar por perto, porque a próxima página pode ser melhor do que a anterior.
Memória que vira ritual: a torcida também é cultura
Existe uma cultura de torcida que não depende de estádio, porque ela vive nos hábitos: o lugar fixo para assistir, o comentário repetido antes do apito, a superstição que ninguém admite em voz alta, o “hoje vai” dito com seriedade teatral, e a capacidade de transformar qualquer estatística em debate interminável. Essa cultura é mais forte quando se mistura com histórias locais, já que o público não está torcendo apenas por um resultado, e sim por uma narrativa que representa uma experiência coletiva.
E é curioso: quanto mais a história parece “da gente”, mais ela puxa outras histórias, como se a comunidade tivesse um arquivo vivo de lembranças e exemplos. Um sucesso inspira outro, um esforço puxa um novo projeto, uma vitória abre espaço para patrocínio, e um simples relato bem contado pode atrair gente que nunca se interessou antes, mas agora quer acompanhar porque sentiu que ali existe coração.
Onde a emoção vira leitura de cenário: apostas e cassino no mesmo fio da história
Quando a comunidade se envolve com histórias de superação e com a expectativa do próximo capítulo, a atenção ganha um componente de antecipação que combina com o universo de apostas e cassino, já que a mesma emoção que faz alguém acompanhar um time ou uma atleta também pode levar a interpretar sinais, comparar cenários e escolher um palpite com mais consciência, e, nesse contexto, muita gente se interessa por um benefício como um MelBet promo code dentro de uma rotina de entretenimento responsável, porque o foco deixa de ser “adivinhar” e passa a ser acompanhar com mais intenção, observando momento, desempenho e contexto, do mesmo jeito que se observa um enredo antes do clímax. Essa conexão fica mais clara quando o assunto é competição de alto nível e narrativa global, pois a Liga dos Campeões entrega partidas que viram conversa na semana inteira, com detalhes táticos, viradas improváveis e aquele suspense que parece feito para debate, e a leitura do jogo pode se transformar em escolha de mercado sem perder o bom senso, especialmente quando a pessoa trata o palpite como parte do entretenimento e não como promessa, explorando também o lado analítico de opções ligadas a futebol, inclusive mercados de apostas liga dos campeões que permitem acompanhar o torneio com atenção extra aos momentos que realmente mudam a história.
O que fica depois do apito: inspiração prática, não só emoção
No fim, as histórias que inspiram engajamento são aquelas que deixam um resíduo positivo, como se a comunidade saísse um pouco mais ligada, um pouco mais confiante, um pouco mais disposta a apoiar iniciativas e a celebrar o esforço. Esporte, cultura e vida cotidiana, quando contados com verdade e humor, viram uma espécie de espelho coletivo, e é por isso que o assunto não acaba quando a partida termina ou quando o evento cultural encerra: ele continua, porque a cidade gosta de se reconhecer, e toda vez que se reconhece, ela volta.
O ritual nunca desaparece de verdade. Ele se desenvolve, se esconde e se revela onde ninguém espera. No mundo moderno, ritual não significa necessariamente cerimônia em templos ou ritos antigos. Ele floresce em áreas influenciadas por luz, som e intenção. O cassino é um dos casos mais inesperados. Muitas vezes, o cassino é reduzido apenas ao entretenimento, mas, na realidade, é um espaço ritual bem projetado. O tempo se curva, símbolos falam, e pessoas se reúnem não para evitar a realidade, mas para vivê-la de forma concentrada e intensificada dentro de suas paredes.
Cruzando o limite invisível
Em um mundo regido pela velocidade e escolhas infinitas, os cassinos desaceleram a percepção e aguçam a atenção, transformando decisões ordinárias em momentos de intensidade silenciosa. Eles não exigem crença nem prometem respostas, mas oferecem algo raro: uma pausa compartilhada onde o acaso se torna significativo. Todo ritual começa com um limiar. Nas culturas antigas, ele era marcado por portões, degraus ou silêncio sagrado. Nos cassinos, a fronteira é sutil, mas poderosa. A entrada afasta suavemente os visitantes da luz do dia e da rotina. Relógios desaparecem. Janelas recuam. O mundo exterior solta seu domínio.
Essa mudança indica uma mudança de atitude. No interior, a atenção se aguça. Os movimentos são deliberados. As decisões são mais significativas, mas de alguma forma libertadoras. Semelhante ao passado, quando os espaços cerimoniais eram usados, os cassinos dividem o ordinário e o simbólico; os visitantes podem entrar em um mundo onde outros ritmos e expectativas predominam.
Arquitetura que guia a emoção
Os cassinos não são caóticos por acaso. Seu design é preciso, quase cerimonial. Caminhos se curvam em vez de seguirem linhas retas, incentivando a exploração em vez da pressa. A iluminação permanece uniforme e acolhedora, mantendo o foco sem fadiga. Os sons batem em padrões repetitivos, formando um tempo emocional contínuo.
Esses elementos trabalham juntos para guiar a atenção, assim como cantos ou tambores faziam nos encontros rituais. Até mesmo narrativas compartilhadas, como discussões sobre eventos como o cassino confiável, circulam por esses espaços como lendas modernas, integrando-se perfeitamente à atmosfera sem quebrar seu ritmo.
Uma linguagem de símbolos e sinais
Espaços rituais se comunicam por símbolos, e os cassinos falam fluentemente sem palavras. Números ganham vida com significado. Cores sugerem equilíbrio, tensão ou renovação. Cartas, rodas e mesas se tornam ícones, imediatamente compreendidos através de culturas e línguas.
Esses símbolos criam entendimento compartilhado. Os visitantes não precisam de explicação para sentir seu peso. Com o tempo, histórias se desenvolvem ao redor deles. Essas histórias não prometem certeza; oferecem perspectiva. Explicam o acaso não como inimigo, mas como companheiro. Assim, os cassinos carregam mitos adequados a um mundo moderno moldado pela imprevisibilidade.
Repetição como cerimônia moderna
No coração de todo ritual está a repetição, e os cassinos são construídos sobre ela. O ato é simples: escolher, esperar, revelar. Esse ciclo se repete continuamente, formando um ritmo que ancora a mente. A repetição não é vazia. Ela cria foco.
Por esse ritmo, as emoções têm liberdade para subir e descer. Euforia, expectativa, ansiedade e relaxamento passam. Rituais antigos dependiam da repetição para ajudar as pessoas a compreender medo e esperança. Os cassinos alcançam algo semelhante, oferecendo estrutura onde a incerteza pode ser experimentada sem caos.
Comunidade sem obrigação
Uma das características mais notáveis dos cassinos é como eles criam comunidade sem exigir interação. Pessoas se reúnem, compartilhando espaço e atenção, mantendo a liberdade de permanecer em silêncio. Essa convivência silenciosa parece rara na vida moderna.
Pequenos gestos substituem conversas. Um olhar, um aceno, um sorriso breve. Esses momentos criam conexão sem pressão. O cassino se torna um lugar onde indivíduos se unem não por identidade ou crença, mas por presença. É uma forma moderna de experiência coletiva que respeita o espaço pessoal.
Ordem, acaso e confiança
Os cassinos equilibram ordem e liberdade com precisão. Regras são claras e visíveis. Resultados permanecem abertos. Esse tipo de equilíbrio instila confiança no sistema, mesmo onde os resultados não são previsíveis. O edifício é familiar aos visitantes, que podem interagir com ele tanto quanto desejarem.
Isso é similar ao papel do ritual em sociedades anteriores, onde a estrutura ajudava as pessoas a enfrentar o desconhecido juntas. Os cassinos permitem que o acaso seja confrontado abertamente. Sucesso e perda são tratados como partes naturais do mesmo ciclo, nem glorificados nem condenados.
Uma pausa do movimento constante
A vida moderna raramente desacelera. A atenção é fragmentada, puxada em incontáveis direções. Os cassinos oferecem algo inesperado: uma pausa cheia de foco. O tempo se alonga ou se comprime. O mundo exterior desaparece sem sumir completamente.
Essa pausa é ativa, não vazia. Os visitantes criam rituais pessoais dentro do ambiente compartilhado. Alguns observam silenciosamente. Outros participam plenamente. Ambas as abordagens são igualmente válidas. Dessa forma, os cassinos oferecem um espaço onde a reflexão ocorre através da ação, não das palavras.
Conclusão
Os cassinos funcionam como espaços rituais modernos, ecoando padrões antigos em forma contemporânea. Através da arquitetura, simbolismo, repetição e presença compartilhada, oferecem significado sem doutrina e estrutura sem rigidez. Eles lembram à sociedade moderna que o ritual não está preso ao passado. Ele evolui, aparecendo onde os humanos buscam foco, conexão e um momento fora do ruído da vida cotidiana.
A influenciadora digital e blogueira Simone Maniçoba, natural de Mossoró, morreu neste domingo (28) após complicações decorrentes de um procedimento estético. A informação foi confirmada por familiares e amigos por meio das redes sociais, onde Simone mantinha forte presença e um grande número de seguidores.
De acordo com as informações divulgadas, Simone passou mal após a realização do procedimento, precisou ser intubada e recebeu atendimento médico intensivo. Apesar dos esforços da equipe de saúde, a influenciadora não resistiu.
Simone Maniçoba era conhecida por produzir conteúdos voltados para beleza, moda e lifestyle, áreas nas quais conquistou visibilidade e engajamento nas redes sociais. A rotina de cuidados com a aparência fazia parte do conteúdo frequentemente compartilhado com seus seguidores, o que tornava sua trajetória ainda mais próxima do público.
Caicó é reconhecida como um dos principais mercados de máquinas pesadas do Seridó, impulsionada por obras públicas, mineração, setor agrícola, construção civil e expansão urbana. Apesar do grande volume de equipamentos em operação na região, um desafio ainda persiste: a falta de mão de obra qualificada para operar essas máquinas com segurança e eficiência.
Essa realidade começa a mudar com a chegada da FPMP – Formação Profissional em Máquinas Pesadas, empresa pioneira na oferta de cursos especializados de operador de máquinas pesadas no Seridó. A instituição abriu pré-inscrições para novas turmas em Caicó e região, oferecendo formação completa e alinhada às exigências do mercado de trabalho.
Entre os cursos disponíveis estão Retroescavadeira, Pá Carregadeira, Escavadeira Hidráulica, Motoniveladora (Patrol) e Empilhadeira, além de reciclagem para operadores e treinamentos corporativos para empresas. A proposta é capacitar profissionais desde o nível iniciante até a atualização de quem já atua na área.
A metodologia da FPMP alia tecnologia, teoria e prática, com aulas teóricas em formato digital, opção de modalidade online, uso de simuladores com imagens 3D de alta definição e, principalmente, aulas práticas diretamente nas máquinas, sempre com acompanhamento de instrutores capacitados. Os alunos aprendem sobre funcionamento, aplicações corretas, características técnicas e normas de segurança, pontos essenciais para uma atuação profissional responsável.
Segundo a coordenação da FPMP, o objetivo é gerar oportunidades, qualificar mão de obra local e fortalecer a economia regional, preparando profissionais para um setor que segue em expansão no Seridó.
As pré-inscrições já estão abertas, e os interessados podem garantir vaga e investir em uma carreira com alta demanda e boas oportunidades de renda.
Um idoso de 60 anos morreu neste domingo (28) após passar mal enquanto estava na Prainha de Jardim de Piranhas, às margens do Rio Piranhas. O caso gerou comoção entre frequentadores do local e moradores do município.
De acordo com informações preliminares repassadas por populares, a vítima estava brincando e se divertindo com amigos no rio quando começou a se sentir mal. Ele já havia saído da água quando apresentou os primeiros sintomas e recebeu socorro imediato de pessoas que estavam no local.
Apesar das tentativas de reanimação e dos primeiros atendimentos prestados ainda na prainha, o idoso não resistiu e veio a óbito. A suspeita inicial é de que ele tenha sofrido um infarto, mas a causa da morte só poderá ser confirmada oficialmente após avaliação médica.
A vítima foi identificada como Severino de Pedro Atanásio, conhecido popularmente como Severino Macaco, membro de uma família tradicional do município.
O caso será comunicado às autoridades competentes para os procedimentos legais. A Prefeitura e órgãos de saúde ainda não divulgaram nota oficial sobre o ocorrido.
Um acidente envolvendo dois veículos foi registrado na manhã deste domingo, 28 de dezembro, no trevo de Campestre. A colisão mobilizou equipes de socorro e chamou a atenção de motoristas que trafegavam pela região.
De acordo com informações preliminares, um dos veículos seguia da cidade de Alagoinha, na Paraíba, com destino a Fortaleza, enquanto o outro trafegava no sentido Natal–Monte das Gameleiras. A colisão ocorreu com o carro que seguia em direção à capital cearense.
Entre os ocupantes dos veículos estaria um casal recém-casado, que viajava para a lua de mel. Há informações de pessoas feridas, sendo que uma menina de 11 anos teria sofrido ferimentos considerados mais graves e recebeu atendimento médico.
As causas do acidente ainda serão apuradas pelas autoridades competentes. O estado de saúde das vítimas não foi oficialmente atualizado até o momento.
“Enquanto eu for prefeito, não vai faltar cadeira de rodas em São Gonçalo do Amarante. Estamos aqui para afirmar o quanto vocês são importantes.”
A declaração foi feita pelo prefeito Jaime Calado durante a solenidade de entrega de equipamentos na Secretaria Municipal da Pessoa Idosa e da Pessoa com Deficiência realizada na quarta-feira (24), véspera de Natal. Ao todo, foram distribuídas 40 cadeiras de rodas e 15 cadeiras de banho, beneficiando pessoas com deficiência atendidas pela rede de assistência social do município.
A dona de casa Dione Nascimento, uma das beneficiadas, comemorou a chegada do equipamento. “Estou com o coração grato. Em um período de Natal, estou recebendo uma bênção que melhora muito a minha vida”, afirmou.
O atleta paralímpico Leonardo Jeovencio destacou que a ação contribui para a valorização da comunidade PCD. “Essa iniciativa dá dignidade e visibilidade às pessoas com deficiência do município”, disse.
A entrega contemplou pessoas inscritas em programas sociais que atenderam aos critérios estabelecidos, como a apresentação de laudo médico que comprove a necessidade do uso da cadeira de rodas.
A secretária da Pessoa Idosa e da Pessoa com Deficiência, Joana D’Arc, afirmou que a iniciativa reforça o compromisso da gestão com a inclusão social. “O prefeito Jaime Calado tem um olhar sensível para as questões sociais, especialmente para as pessoas com deficiência. A entrega dessas cadeiras demonstra o empenho da administração em melhorar a qualidade de vida desse público”, destacou.
Também participaram da solenidade os vereadores Nonato Queiroz, Márcia Soares e Delma Silva, além dos secretários Geraldo Veríssimo (Habitação) e Ledson França (Comunicação).
Por volta das 10h20 do dia 27 de dezembro de 2025, uma ocorrência de trânsito mobilizou uma equipe policial durante patrulhamento de rotina na rua Tristão de Barros em Cerro Corá . A viatura B13-15 flagrou um indivíduo conduzindo uma motocicleta Honda Fan 125, de cor vermelha, praticando direção perigosa em via pública.
De acordo com informações policiais, o condutor realizava manobras arriscadas quando perdeu o controle da motocicleta e colidiu contra uma lixeira, causando danos materiais ao veículo. Apesar do impacto, não houve registro de feridos.
Após a abordagem, o motociclista foi conduzido juntamente com a moto para a 11ª Delegacia Regional de Polícia Civil de Currais Novos. No local, foi realizado o teste do etilômetro, que apontou 0,65 miligrama de álcool por litro, configurando embriaguez ao volante.
Diante do resultado, o indivíduo permaneceu na delegacia, onde foi autuado pelos crimes de direção perigosa e condução de veículo sob efeito de alcool. Ele foi liberado posteriormente mediante o pagamento de fiança e deverá responder pelos crimes conforme previsto na legislação de trânsito.
Um empresário afirmou que foi obrigado a fechar o próprio comércio pela dificuldade de encontrar pessoas dispostas a trabalhar. Em um desabafo gravado em frente à loja, ele explica que precisou baixar as portas por falta de funcionários.
A situação se agravou porque um colaborador está afastado por atestado médico há duas semanas e, no mesmo período, a gerente comercial também adoeceu, acometida por uma forte gripe causada por uma virose que estaria se espalhando na região.
Com mais de 18 anos de experiência no comércio, ele afirma nunca ter vivido um cenário semelhante e criticou os programas sociais do governo Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que, segundo ele, estariam desmotivando os mais jovens a quererem trabalhar e incentivando a dependência de benefícios sociais.