Major trans afirma ter medo da PM: Oficial enfrenta processo que pede sua expulsão e afirma que “não tinha receio antes da transição”
“A partir do momento que me reconheci como travesti, foi quando consegui atravessar o espelho e ver quem eu realmente sou”, contou a major Lumen Lohn, a primeira oficial travesti da Polícia Militar de Santa Catarina, em entrevista ao Terra.
A oficial, que tem 25 anos de carreira, está atravessando uma batalha na corporação após começar seu processo de transição de gênero, em setembro de 2022. Desde então, Lumen tem enfrentado preconceitos e desconfianças sobre sua capacidade “moral e profissional” de exercer suas funções por parte de alguns agentes e do governador de Santa Catarina, Julinho Mello (PL).
Lumen tem 43 anos e nasceu em Santo Amaro da Imperatriz, cidade de Santa Catarina com pouco mais de 23 mil habitantes.
No município, considerado pela major “pequeno e bucólico”, foi onde não apenas entendeu sua transgeneridade, mas onde viu nascer, ainda na infância, o desejo de se tornar policial militar.
Mais >

/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_b0f0e84207c948ab8b8777be5a6a4395/internal_photos/bs/2023/X/A/VFul8HTXi5VZTXZJDWxA/assalto-casa.webp)