Brasileiras feridas em ataque a tiros nas pirâmides do México não correm risco de morte

As duas brasileiras que ficaram feridas após um ataque a tiros nas pirâmides mexicanas de Teotihuacan encontram-se bem de saúde. O Itamaraty confirmou a informação. Uma mulher canadense morreu durante a ação ocorrida na última segunda-feira (20). O atirador tirou a própria vida na sequência.
A adolescente brasileira de 13 anos recebeu alta médica e retornou para a família. A outra vítima do Brasil é uma mulher de 55 anos que segue internada sem risco de morte. As autoridades de segurança do México registraram 13 pessoas feridas no incidente. O número exato de vítimas atingidas diretamente por disparos ainda não foi esclarecido.
Uma testemunha relatou à agência de notícias Reuters que um menino foi baleado na perna. Promotores locais identificaram o atirador como Julio Cesar Jasso Ramirez, um cidadão mexicano. O tiroteio começou pouco depois das 11 horas da manhã na Pirâmide da Lua, uma das principais estruturas do sítio histórico próximo à Cidade do México.
O atirador permaneceu no topo do mezanino do templo durante a ação. A testemunha afirmou que ele disparou a maioria dos tiros para o ar enquanto carregava um tablet e gritava. Os visitantes iniciaram uma fuga desordenada após os primeiros estalos.
Espectadores com treinamento médico prestaram os primeiros socorros no local. O grupo utilizou garrafas de água e panos limpos para conter os sangramentos até a chegada dos paramédicos. As autoridades encaminharam parte dos feridos para os hospitais da região.
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