Polícia rastreia laranjas usados por delator do PCC assassinado

A Polícia Civil de São Paulo intensificou as investigações para identificar laranjas envolvidos no esquema de lavagem de dinheiro operado por Vinícius Gritzbach, o delator do Primeiro Comando da Capital (PCC) executado no Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos, no dia 8 de novembro. Esses intermediários podem ter lucrado com as atividades ilegais e, possivelmente, com a morte de Gritzbach.
Conforme as apurações, Gritzbach gerenciava a ocultação de bens da facção criminosa em nomes de terceiros. Em sua delação premiada, firmada neste ano com o Ministério Público de São Paulo (MPSP), ele confessou ter lavado dinheiro por meio de compras de imóveis em dinheiro vivo, colocando-os em nomes de familiares e outros laranjas para dificultar o rastreamento.
Até agora, dois parentes — um tio e um primo — foram identificados como laranjas. No entanto, os investigadores acreditam que a rede de pessoas envolvidas no esquema é muito maior e estão empenhados em localizar outros imóveis ocultados, que podem ser confiscados pelo estado.
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