Rogério Marinho critica Haddad, acusa governo de desorganizar às contas públicas e defende Flávio Bolsonaro para 2027
O senador Rogério Marinho (PL-RN) fez duras críticas ao ministro da Fazenda, Fernando Haddad, durante discurso em que questionou a condução da economia pelo governo federal. Ao rebater declarações do ministro, Marinho afirmou que Haddad “tem competência para fazer contas de padaria, mas tem dificuldade para fazer contas de forma mais elaborada”, atribuindo ao ministro a responsabilidade pelo que classificou como desorganização das contas públicas.
O parlamentar afirmou que o Brasil acumula um déficit nominal superior a R$ 1 trilhão por três anos consecutivos e criticou o desempenho das empresas estatais, alegando que elas registraram superávit durante o governo Jair Bolsonaro e caminham para um prejuízo de R$ 34 bilhões na atual gestão. Rogério também acusou o governo de promover um “desgoverno” e disse que a administração federal busca apenas se manter no poder, sem um projeto para o país.
Marinho ainda afirmou que a dívida pública deverá alcançar cerca de 84% do PIB até o fim de 2026, o que, segundo ele, representa um aumento de quase R$ 2 trilhões no estoque da dívida. O senador também acusou o governo de utilizar gastos públicos com finalidade eleitoral e disse que o próximo presidente encontrará um cenário econômico desafiador.
Ao final do pronunciamento, Rogério Marinho declarou apoio ao senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) para a disputa presidencial de 2026. Segundo ele, Flávio reúne “credibilidade, legitimidade e apoio popular” para dar continuidade ao legado do ex-presidente Jair Bolsonaro e promover as mudanças que considera necessárias para o Brasil.
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