A Polícia Judiciária de Portugal prendeu sete brasileiros após descobrir que o barco no qual eles estavam transportava 1,1 tonelada de cocaína. O alerta para a prisão foi dado pela Polícia Federal brasileira.
O barco saiu de Natal. Os portugueses batizaram a operação de “Areia Branca”. A informação sobre a prisão foi publicada nesta sexta-feira (7) pela Polícia Federal do Brasil.
De acordo com a PF, no dia 22 de maio, por volta das 3h (horário de Lisboa), policiais portugueses e a Esquadra Portuguesa abordaram em águas internacionais o barco pesqueiro brasileiro.
Uma tonelada de cocaína foi apreendida numa embarcação de pesca no oceano Atlântico no âmbito de uma operação da Polícia Judiciária em colaboração com a Marinha, a Força Aérea e a Polícia Federal do Brasil, foi hoje anunciado.
Em comunicado, a PJ adianta que através da Unidade Nacional de Combate ao Tráfico de Estupefacientes desenvolveu, nos últimos dias, uma complexa operação de combate ao tráfico transnacional de estupefacientes por via marítima, que levou ainda à detenção de sete pessoas.
Durante a Operação “Areia Branca”, as autoridades localizaram e interceptaram “em pleno Oceano Atlântico uma embarcação de pesca de pavilhão brasileiro relativamente à qual se suspeitava estar a ser utilizada no transporte de elevada quantidade de cocaína com destino final ao continente europeu”.Mais >
O presidente Jair Bolsonaro conclamou hoje (6) os argentinos a votar com responsabilidade nas eleições presidenciais marcadas para outubro. “Muita razão e menos emoção”, disse, acrescentando que o Brasil quer continuar parceiro do país vizinho “na economia e na liberdade”.
“Conclamo ao povo argentino, que Deus abençoe a todos eles, porque terão pela frente eleições, e todos têm que ter, assim como no Brasil, grande parte [dos eleitores] teve, muita responsabilidade, muita razão e menos emoção para decidir o futuro desse país maravilhoso que é a Argentina”, disse, na declaração conjunta lida ao lado do presidente Mauricio Macri.
“Nós queremos continuar parceiros na economia e na liberdade, valor esse que não podemos abrir mão. Que os argentinos possam escolher o melhor, porque dessa forma teremos paz, prosperidade e alegrias entre nossos povos”, completou.
O presidente Jair Bolsonaro manifestou solidariedade com o povo venezuelano após a crise desencadeada hoje (30) no país. Em sua conta no Twitter, o presidente disse que apoia a liberdade da Venezuela e desejou que os venezuelanos “finalmente vivam uma verdadeira democracia.”
Bolsonaro voltou a manifestar apoio à saída do presidente Nicolás Maduro do poder. “O Brasil acompanha com bastante atenção a situação na Venezuela e reafirma o seu apoio na transição democrática que se processa no país vizinho. O Brasil está ao lado do povo da Venezuela, do presidente Juan Guaidó e da liberdade dos venezuelanos”, escreveu.
Há relatos de confrontos entre manifestantes e forças de segurança nas ruas da capital do país, Caracas, após o autoproclamado presidente interino da Venezuela, Juan Guaidó, afirmar que tem o apoio dos militares para, segundo ele, conseguir “o fim definitivo da usurpação” do governo de Nicolás Maduro.
O ex-presidente do Peru Alan García atirou em si mesmo após a polícia chegar à casa dele em Lima para prendê-lo, nesta quarta-feira, por ligação com investigação de suborno relacionada à empreiteira Odebrecht, disse uma fonte de polícia.
García foi levado imediatamente ao hospital Casimiro Ulloa, disse a fonte, que pediu anonimato porque não estava autorizada a falar com a mídia.
A TV local America informou que García passa por uma cirurgia de emergência e estava em situação crítica. Imagens do filho de García e de apoiadores chegando ao hospital foram televisionadas.
O fundador do WikiLeaks, Julian Assange, foi preso pela polícia britânica nesta quinta-feira depois que os agentes foram convidados a entrar na embaixada do Equador em Londres, onde o australiano estava abrigado desde 2012.
“Julian Assange, 47, foi hoje, quinta-feira, 11 de abril, preso por policiais do Serviço de Polícia Metropolitana na Embaixada do Equador”, informou a polícia.
A polícia disse que prendeu Assange depois de ser “convidada a entrar na embaixada pelo embaixador, após a retirada do asilo pelo governo equatoriano”.
O presidente Jair Bolsonaro fez nesta terça-feira eco às declarações do ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, ao afirmar que “não há dúvida” de que o nazismo foi um movimento de esquerda, durante entrevista a jornalistas em Israel.
“Não há dúvida, né? Partido Socialista, como é que é?”, respondeu Bolsonaro quando indagado por um repórter se concordava com a declaração de Araújo, dada recentemente e posteriormente reiterada, de que o nazismo, que governou a Alemanha de 1933 a 1945, quando o país foi derrotado na Segunda Guerra Mundial, era um movimento de esquerda.
“Partido Nacional Socialista da Alemanha”, completou o presidente ao ser lembrado do que seria o nome oficial do partido nazista, de Adolf Hitler. Na verdade, o nome completo era Partido Nacional-Socialista dos Trabalhadores Alemães.
Encerrando a viagem a Israel, o presidente Jair Bolsonaro disse que vai reservar “meio-dia da agenda no Brasil” para receber parlamentares e conversar.
Segundo ele, está aberto ao diálogo. Afirmou também que, no segundo semestre, pretende visitar países árabes. Os locais estão sendo definidos.O presidente reiterou que a proposta da reforma da Previdência é um projeto para o país e, não de governo.
“Vou deixar pelo menos meio-dia da minha agenda no Brasil para atender deputados e senadores”, disse Bolsonaro em entrevista à TV Record.
O Hamas, movimento palestino que controla a Faixa de Gaza, condenou nesta segunda-feira, 1, a visita do presidente Jair Bolsonaro a Israel.
Em nota, o grupo afirmou que a visita não apenas contradiz a histórica atitude do povo brasileiro de apoio à causa palestina, mas também viola leis internacionais.
“Em particular, o Hamas denuncia a visita do presidente brasileiro à Cidade Sagrada de Jerusalém acompanhada do primeiro-ministro de Israel”, diz o texto. “O Hamas também condena os planos de abertura de um escritório de negócios do Brasil em Jerusalém.”
No segundo dia da visita a Israel, o presidente Jair Bolsonaro condecorou hoje (1º) os 136 militares israelenses da Brigada de Busca e Salvamento do Comando da Frente Interna com a medalha da Ordem Nacional do Cruzeiro do Sul.
O grupo veio ao Brasil atuar nas operações em Brumadinho, a 57 quilômetros de Belo Horizonte (MG).Os homens e mulheres da brigada vieram em janeiro para ajudar nas buscas pelos desaparecidos na tragédia com o rompimento da barragem Mina Córrego do Feijão. Pelo último levantamento, 217 pessoas morreram e 87 estão desaparecidas.
Bolsonaro irá ainda à Basílica do Santo Sepulcro, um templo cristão localizado no Quarteirão Cristão da Cidade Velha de Jerusalém. Segundo o cristianismo, ali Jesus foi crucificado, sepultado e, no terceiro dia, teria ressuscitado.
O presidente Jair Bolsonaro chegou na madrugada de hoje (31) a Israel, para viagem oficial de três dias. Ele foi recebido pelo primeiro-ministro Benjamin Netanyahu. Em uma cerimônia de recepção no aeroporto, Bolsonaro afirmou que a visita visa discutir parcerias entre as duas nações em diversas áreas.
“O ministro de Ciência e Tecnologia, Marcos Pontes, voltou de Israel entusiasmado com as possibilidades de acordos e parcerias. A cooperação nas áreas de segurança e defesa interessa muito ao Brasil”, disse.
Bolsonaro se referiu à missão da equipe do Ministério da Ciência e Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC) ao país, em janeiro. O grupo, comandado pelo titular da pasta, Marcos Pontes, realizou reuniões e conheceu projetos em inovações como reuso e dessalinização de água.
A polícia de Utrecht, na Holanda, prendeu um quarto suspeito de envolvimento no tiroteio a um bonde na Praça 24 de outubro há dois dias. O homem não teve a identidade divulgada, mas se junta a outros três cujo principal suspeito é o turco Gokmen Tanis, de 37 anos, cujas imagens foram divulgadas por policiais.
Nas redes sociais, a polícia apela para o comparecimento de testemunhas. As informações foram confirmadas pela polícia na conta da corporação no Twitter.
Pelos últimos dados, três pessoas morreram e sete ficaram feridas. Inicialmente, o número de feridos era de nove. As vítimas são uma mulher, de 19 anos, e dois homens, de 28 e 49 anos. Os feridos graves são duas mulheres, de 20 e 21 anos, além de um homem de 74.
O presidente Jair Bolsonaro vai se encontrar com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, na tarde de hoje (19), na Casa Branca. Eles se reúnem sozinhos, inicialmente, no Salão Oval e, em seguida, haverá uma conversa ampliada, incluindo as equipes dos governos do Brasil e dos Estados Unidos (EUA).
“A expectativa [para o encontro] é ótima. O presidente Trump já demonstrou, por meio da sua fidalguia na recepção ao nosso presidente, nos colocando na Blair House, que esse encontro será histórico para ambos os países”, disse ontem (18) o porta-voz da Presidência da República, Otávio do Rêgo Barros.
Bolsonaro e sua comitiva estão hospedados na Blair House, palácio que faz parte do complexo da Casa Branca. No local já se hospedaram os presidentes Dilma Rousseff, Luiz Inácio Lula da Silva e Fernando Henrique Cardoso.
A polícia holandesa prendeu um homem de origem turca suspeito de envolvimento no ataque em Utrecht que deixou três mortos e cinco feridos nesta segunda-feira, disseram autoridades da cidade.
O suspeito foi identificado pela polícia como Gokmen Tanis, de 37 anos.Tanis foi preso durante uma série de operações da polícia local em residências e prédios de Utrecht. Ele aparece em uma imagem, aparentemente capturada por uma câmera de segurança de um bonde, vestindo casaco azul. O vídeo foi gravado às 10h41, ou seja, quatro minutos antes do início dos tiros.
Segundo o procurador Rutger Jeuken, Tanis já havia sido preso anteriormente – as autoridades não revelaram por qual motivo. O coordenador nacional para Segurança e Contraterrorismo da Holanda, Pieter-Jaap Aalbersberg, afirmou que “não se pode descartar a motivação terrorista”.
A polícia da cidade de Utrecht, na Holanda, divulgou hoje (18) por meio do Twitter a imagem do turco Gökman Tanis, de 37 anos, apontado como principal autor dos disparos em um bonde elétrico na região, que deixou vítimas.
Foram feitos cercos em vários locais, mas ele não foi capturado. as autoridades pedem para que as pessoas fiquem longe dele, caso o vejam, na imagem o suspeito está com um casaco azul e no interior de um bonde.
O ataque ocorreu por volta das 10h45 (horário local),6h45 no horário de Brasília. Policiais trabalham com a hipótese de motivação terrorista no tiroteio contra um bonde, na Praça 24 de Outubro.”Não podemos descartar a motivação terrorista”, afirmou no Twitter o coordenador nacional para Segurança e Contraterrorismo na Holanda, Pieter-Jaap Aalbersberg. Em entrevista coletiva, em Haia, Aalbersberg negou-se a comentar o estado de saúde dos feridos.
O presidente Jair Bolsonaro e o presidente do Paraguai, Mario Abdo Benitez, reúnem-se amanhã (12), em Brasília. O paraguaio faz a visita oficial acompanhado por uma comitiva de ministros.
Segundo Abdo, vai conversar sobre a renegociação do Anexo C do Tratado de Itaipu, temas de segurança de fronteira e cooperação comercial.
Autoridades brasileiras informaram que também está em pauta a construção de duas pontes ligando Brasil e Paraguai.
O presidente Jair Bolsonaro comandou, na tarde de hoje (22), uma reunião para debater a situação da Venezuela, cuja fronteira com o Brasil está fechada desde ontem à noite, por determinação de Nicolás Maduro, que tem a reeleição considerada ilegítima pelo governo brasileiro.
O Brasil reconhece o deputado Juan Guaidó como presidente interino da Venezuela.
Sete ministros participaram do encontro, que começou às 15h, no Palácio do Planalto. O governador de Roraima, Antonio Denarium, foi ouvido por videoconferência, na reunião de uma hora e meia de duração.
O governo brasileiro mandou para o estado, na fronteira com a Venezuela, alimentos e medicamentos para a população venezuelana, mas Maduro não quer que a ajuda humanitária internacional entre no país, alegando que os Estados Unidos e os países aliados querem dar um golpe na Venezuela. A distribuição da ajuda brasileira está programada para começar amanhã (23).
Reportagem do Correio Braziliense, afirma que o Ministério de Relações Exteriores confirmou que representantes da Coreia do Norte foram convidados para a posse de Jair Bolsonaro (PSL), no dia 1º de janeiro.
Segundo o Itamaraty, “foram convidados para a cerimônia de posse presidencial países com os quais o Brasil mantém relações diplomáticas, incluindo aquele citado em sua mensagem (Coreia do Norte)”, segundo comunicado enviado ao jornal.
O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, advertiu nesta quinta-feira seus adversários que não permitirá uma mudança da esquerda para a direita, como ocorreu no Brasil com a eleição de Jair Bolsonaro, e desafiou o futuro vice brasileiro, general Hamilton Mourão, que chamou de “louco”. “A Venezuela não é o Brasil. Aqui não vai ter um Bolsonaro. Aqui será o povo e o chavismo por muito tempo(…). Bolsonaro aqui não teremos nunca, porque nós construímos a força popular”, declarou Maduro durante ato do Partido Socialista Unido de Venezuela (PSUV).
Reafirmando suas denúncias de um complô dos Estados Unidos para derrubá-lo, com o apoio de Brasil e Colômbia, Maduro disse que o general Mourão é “louco da cabeça” por ter afirmado que seu governo está chegando ao fim e defendido “eleições normais” na Venezuela. “Aqui o espero, com milhões de homens e mulheres e com as Forças Armadas (…). Aqui lhe espero, Mourão, venha pessoalmente”, desafiou Maduro em um inflamado discurso.
Maduro inicia no próximo dia 10 de janeiro um segundo mandato, de seis anos, após ser reeleito em votação boicotada pela oposição e denunciada por Estados Unidos, União Europeia e vários países da América Latina. Maduro garantiu que John Bolton, assessor de Segurança Nacional dos EUA, deu instruções para “provocações militares na fronteira” entre Venezuela e Brasil em uma reunião com Bolsonaro.