Polícia Civil, com apoio da PM, dá início à operação feliz Assu; e fecha bocas de fumo

No final da tarde de hoje, a POLÍCIA CIVIL e a POLÍCIA MILITAR, da cidade de Assu, deflagraram uma operação com o objetivo de cumprir MANDADOS DE PRISÃO contra suspeitos de tráfico de drogas, além de fechar pontos de venda de entorpecentes localizados no bairro Feliz Assu, na cidade de Assu/RN.
Foram presos, na ação integrada das forças de segurança: RANDOVAL ÉRICO CABRAL DA SILVA (22 anos), vulgo “RATINHO”, por força de MANDADO DE PRISÃO PREVENTIVA; MARIA CÉLIA GALDINO DE SOUZA (39 anos), vulgo “NEGA CÉLIA”; por força de MANDADO DE PRISÃO PREVENTIVA; EDVALDO VARELA DE SOUZA (29 anos), foragido do sistema prisional da comarca de Pau dos Ferros/RN, condenado a 12 (doze) anos pelo crime de Tráfico de Drogas, tendo se apresentado como IVAN SILVA DA CONCEIÇÃO (apresentando R.G. e iniciando o procedimento com esse falso nome), também flagrado com considerável quantidade de MACONHA, juntamente com sua companheira, autuado pelos crimes de TRÁFICO DE DROGAS e ASSOCIAÇÃO PARA O TRÁFICO, FALSIDADE IDEOLÓGICA e USO DE DOCUMENTO FALSO; e RITA DE FÁTIMA DANTAS (38 anos), flagrando com considerável quantidade de MACONHA, juntamente com seu companheiro, ambos autuados pelos crimes de TRÁFICO DE DROGAS e ASSOCIAÇÃO PARA O TRÁFICO.
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Uma ação conjunta das polícias Civil e Militar de São José do Campestre resultou na prisão, nessa terça-feira (7), de Francisco de Assis Daladier Clementino Gomes, conhecido como “Baratinha”, 22 anos. A prisão é um desdobramento da Operação Silêncio, realizada no dia 27 de junho, nas cidades de São José do Campestre e Tangará. O mesmo possui três mandados de prisão em aberto e é um dos bandidos mais perigosos da região.





Morto em 10 de outubro de 2015, o traficante Joel do Mosquito, líder do tráfico na comunidade do Mosquito, na zona Oeste de Natal, fez de tudo para não ser assassinado dentro da Cadeia Pública Professor Raimundo Nonato. De acordo com a investigação da Polícia Civil, ele teria oferecido R$ 1 milhão aos seus algozes para ficar vivo.






