Operação das Forças Armadas e polícia no Rio não tem prazo para acabar

A operação das forças de segurança iniciada na noite dessa sexta-feira (18) em comunidades da zona oeste do Rio de Janeiro continua na manhã deste sábado (19) e não tem prazo para terminar. A ação foi deflagrada pelo Comando Conjunto, em apoio à Secretaria de Estado de Segurança, e envolve as comunidades do Bateau Mouche, Caixa D’Água, Chacrinha, Mato Alto, Barão (José Operário), Covanca e Pendura-Saia, todas na região da Praça Seca, na zona oeste.
Participam da ação 2,8 mil militares das Forças Armadas, 300 policiais militares e 240 civis, com apoio de veículos blindados, aeronaves e equipamentos pesados de engenharia. Algumas vias na região foram interditadas.Mais >

O sargento PM Ney Jeferson, suspeito de matar a tiros a própria mulher em Natal, se entregou à polícia na tarde desta sexta-feira (18). A manicure Rosivânia Maria da Silva tinha 36 anos e foi assassinada na quarta-feira (16), dentro da casa onde morava com o marido, no bairro Quintas, Zona Oeste da capital potiguar.




A Polícia Civil finalizou as investigações da morte do professor de Geografia, Judson Rodrigues de Castro, 33 anos, nesta quarta-feira, 16. O inquérito foi concluído com a indiciação de dois suspeitos que confessaram o crime. Eles deverão responder por latrocínio e ocultação de cadáver. O caso, já remetido à Justiça, aconteceu em São Gonçalo do Amarante, na Grande Natal.

A Polícia Civil por meio de equipes da 1ª Delegacia Regional de Polícia em São Paulo do Potengi, da Delegacia Municipal de São Tomé e com apoio da Polícia Militar, deflagraram a Operação Pacificare, na manhã desta terça-feira, 15, na cidade de São Tomé.
