O “Governador” Ezequiel Ferreira e o “oportuno” momento de expor a carreira política da família
As fotos que contam a história, da família e do Estado.
Outubro de 1975.
Há 40 anos o presidente da Assembleia Legislativa do RN, Ezequiel Ferreira de Souza, assumia o Governo do Estado durante visita internacional do governador Cortez Pereira.
Na foto com a mulher Letícia e o filho Ezequiel e o sub-chefe da Casa Civil, professor Roberto Lima.
À época, o filho Ezequiel tinha 7 anos.
Novembro de 2015.
Quarenta anos depois, o filho Ezequiel, hoje presidente da Assembleia Legislativa, assume o Governo do Estado durante viagem internacional do governador Robinson Faria.
Na foto com a mulher Ingrid e o filho João Ezequiel e a chefe da Casa Civil, Tatiana Mendes Cunha.
Hoje o filho João Ezequiel tem 7 anos.
Fotos para posteridade… relatou a blogueira Thaysa Galvão
BJS.: “Enquanto o governador Robinson Faria, em visita a Caicó, admite que sua gestão é nas ruas, sentindo o cheiro e escutando os apelos do povo, o presidente da Assembléia Legislativa, Ezequiel Ferreira, pensa ao contrário, enquanto assume o governo interinamente, o governador temporário do RN aproveita para preencher o álbum de família com fotos exclusivas, e direto da governadoria.”

Preparado para o mercado de trabalho?
O GTOR (Grupo Tático Operacional Rodoviário), sob o comando do Ten. Messias, que está diretamente ligado ao 3º Distrito de Polícia Rodoviária Estadual, com sede em Caicó, comandado pelo Major Silva Neto, intensificará fiscalização de trânsito em São José do Seridó, Cruzeta e Jardim do Seridó.
Fonte: J. JÚNIOR
Dois homens, até o momento não identificados, praticaram um assalto à mão armada nessa noite de sábado (14) na zona oeste de Caicó. Foi usada uma Escopeta Cal.12 e um Revólver, possivelmente, Cal.38.





Caído no esquecimento durante a própria Copa do Mundo, o Fuleco, aquele tatu-bola que virou mascote da Fifa, tinha um salário de craque nas ações de marketing pagas pela Apex, agência de promoção do comércio exterior ligada ao Ministério do Desenvolvimento. Cada diária do mascote, incluindo a pessoa responsável por se fantasiar de Fuleco, custou R$ 6 mil à agência – se fosse um salário, seria de R$ 180 mil.




