Pesquisadores criam teste para HIV e sífilis com economia de até 75%
O aumento dos casos de sífilis é uma preocupação global, fator que tem chamado a atenção das autoridades sanitárias de países como Estados Unidos, China, Austrália, Brasil e da União Europeia.
A resposta a sífilis exige diversas intervenções de saúde pública, todavia um dos principais entraves para o enfrentamento a epidemia de sífilis, que é uma infecção sexualmente transmissível (IST), é a falta de tecnologia apropriada, que garanta um resultado confiável, aspecto determinante, no rastreio dos casos, para evitar a propagação da IST e principalmente da sífilis congênita, quando a doença passa da mãe para o bebê, durante a gestação ou durante o parto.
Somente no Brasil mais de um milhão de pessoas são diagnosticadas, anualmente, com sífilis. A quantidade é semelhante entre as pessoas que testam positivo para HIV/Aids. Para ofertar a testagem aos dois agravos, o governo brasileiro gasta cerca de R$ 480 milhões, por ano, com a importação somente de testes rápidos, sem considerar outros insumos para outros testes diagnósticos.
Mais >


