Tribunal de Justiça rejeita denúncia contra o prefeito de Natal

O Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte (TJRN) rejeitou na manhã desta quarta-feira (21), a denúncia contra o prefeito de Natal Carlos Eduardo, por causa da antecipação na cobrança de impostos nos anos de 2015 e 2016. A votação dos desembargadores terminou empatada e o prefeito não será réu. A Prefeitura disse que não vai comentar o caso.
A sessão iniciou com a leitura do voto do juiz convocado Cícero Macêdo. Na última sessão do Pleno do Tribunal de Justiça (TJ), em dezembro de 2017, quando o pedido de abertura da ação penal contra o prefeito começou a ser discutida, o magistrado pediu vistas.
Na época, o relator do caso, o desembargador João Rebouças já tinha votado pelo recebimento da denúncia, em que Carlos Eduardo era acusado pelo Ministério Público (MP) por captação indevida de tributos.
Um homem foi preso em flagrante vendendo um diploma de ensino médio falso na Zona Norte de Natal. Eduardo da Silva Cavalcante, de 24 anos, foi preso pela Polícia Civil na manhã desta quarta-feira (21), em uma ação conjunta entre Delegacia Especializada em Assistência ao Turista (Deatur) e Delegacia Especializada em Proteção ao Meio Ambiente (Deprema).










Agentes da Delegacia de Polícia Civil de Extremoz, cumpriram na tarde desta terça-feira (20) mandados de prisão e de busca e apreensão. A ação resultou na prisão de Giann Christhopyle Alves dos Santos e Daniel Felipe Macedo do Nascimento, que são suspeitos de terem matado João Gabriel de Souza no dia 24 de agosto de 2017, nas Dunas de Pitangui (Extremoz/RN).

Três anos após ser flagrado dirigindo o Porsche que pertencia ao empresário Eike Batista e havia sido apreendido pela Justiça, o juiz federal Flávio Roberto de Souza foi condenado a 52 anos e dois meses de prisão por peculato e lavagem de dinheiro, em dois processos que tramitaram na Justiça Federal no Rio de Janeiro.